<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578</id><updated>2011-07-08T08:05:12.986-07:00</updated><title type='text'>Roberta Palermo</title><subtitle type='html'>O objetivo desse blog é comentar sobre temas que retratam a família e estão em evidência. Quem quiser se aprofundar mais no assunto venha conversar conosco no fórum que está no site: www.robertapalermo.com.br Até lá, Roberta</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://robertapalermo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>21</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-850429834235281250</id><published>2010-03-25T16:55:00.000-07:00</published><updated>2010-03-25T17:03:03.685-07:00</updated><title type='text'>Vida de Madrasta</title><content type='html'>O ser humano pode ser uma caixa cheia de surpresas. Os diferentes sentimentos e sensações, de cada um, é algo inexplicável. Na vida de uma Madrasta acontece a mesma coisa. Tem a mulher que encara na boa os dias de convivência da criança com o pai em sua casa, a bagunça, a birra, os brinquedos pelo chão. E tem a Madrasta que sofre por não ser a primeira a dar um filho para o homem que ama e não suporta ver a enteada, que é a cara da mãe, dentro de sua casa.&lt;br /&gt;Esses sentimentos inadequados são tão sem propósito que deixam até a Madrasta sem saber explicar o porquê de sentir algo tão sem sentido. Para fazer essa Madrasta se sentir melhor, digo que ela não foi a primeira a dar um filho para esse homem, mas ela dará o filho que o pai poderá ver todos os dias ao acordar. A criança pode ser "a cara da mãe", mas pode adquirir os hábitos e ter os costumes semelhantes aos do pai, se tiver a oportunidade de conviver com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciúme é um sentimento que não se controla e para conviver com ele, a Madrasta tem que se policiar. Ser racional e lutar contra os pensamentos absurdos que aparecem. Se a criança não sai do colo do pai, basta lembrar como foi sua infância. A madrasta teve um pai presente? Se teve, foi muito bom, guarda boas lembranças e deve desejar essa mesma experiência para os enteados. Se não teve um pai presente, sabe que ficou um vazio, sempre faz falta e que bom que essa criança terá a oportunidade de ter um pai que participa da vida dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai muda quando a criança chega? A madrasta pode reclamar que o pai só dá atenção para a criança, que não a chama para participar, até muda de voz na hora de conversar com o filho. É comum o pai querer aproveitar ao máximo o curto tempo que passa com os filhos, mas então se não pode vencê-los, deve juntar-se à eles. A madrasta pode se integrar, fazer com que as crianças gostem de sua presença e grudem nela também.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O que faz muita diferença na vida da madrasta, é o comportamento do pai e da mãe da criança. Se o pai percebe que a nova esposa tem dificuldades para aceitar o seu passado, vale a pena deixar bem claro que o que ele viveu já passou, foi bem ruim, por sinal e que a maior alegria da vida dele foi tê-la encontrado. Quanto mais ficar claro para a madrasta que apesar de ter um filho daquela mulher, nada restou além disso, será mais fácil prosseguir. Muitos homens acham que esse sentimento é ridículo, não dão importância, até caçoam de tal fraqueza e passam anos em discussões sem fim sobre esse passado. Cortar o mal pela raiz é o ideal.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O pai não deve ter dó da criança e deixar de educá-la porque a vê tão pouco. Não deve ter medo da ex e aceitar chantagens. Imagine a relação da madrasta com a criança dentro de uma relação movida com esses combustíveis. A criança não tem hora para dormir, decide se quer dormir na estante ou dentro do armário. A criança só vai para a casa do pai SE ele comprar um elefante com corcovas. Se a ex não estiver a fim, não manda a criança e se ele quiser vê-la pode, desde que ao chegar dê três pulinhos em frente ao portão, passe sob o carro que está estacionado na garagem e depois cante uma música sem errar a letra.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Achou os exemplos acima sem sentido? Pois é assim que vive diariamente uma madrasta quando o pai da criança diz que vai colocar a criança para dormir em sua cama porque ele tem medo do escuro e não conhece a casa direito. E quando o pai volta para a casa sem a criança porque a mãe não deixou trazê-la, porque ela está com tosse.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Surgem então as divergências e explico para as madrastas que sim, elas podem e devem palpitar, dizer o que acham que não está adequado, mas quem decide é o pai da criança. O que eu espero é que esse mesmo pai valide dicas de sua nova companheira, pois ele tem o direito de ter vida após a paternidade e ele também manda. Filho não é propriedade da mãe e por existir uma hierarquia óbvia, ele decide onde e quando a criança vai dormir, por exemplo. Por sua vez, a madrasta tem que falar com jeito ao explicar suas ideias ao companheiro. Se gritar, criticar, descabelar, não será ouvida e será simplesmente taxada de ciumenta.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uma das sequelas da separação é conviver menos com a criança, pois normalmente a guarda é dada à mãe. E não vai dar para compensar os dias, horas, minutos perdidos. O importante é ser um pai presente no período de convivência estipulado, sem alterar a vida de todos. Portanto, a criança pode brincar e passear com o pai durante o dia e dormir às 8:00 da noite, na cama dela, quando estiver na casa do pai. E o pai pode então, tomar seu banho demorado, assistir a um filme ao lado de sua nova esposa, mesmo que seja o final de semana de receber seu filho em sua casa.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A mãe é quem mais tem que se policiar. Será a nova realidade dela dividir a criança com o pai e a madrasta, da mesma maneira que quando ela tiver um namorado o pai terá que agir com boa vontade também. Faz mal para seu próprio filho falar mal de seu pai, afastá-lo dele. Ele pode ter sido o pior marido do mundo, mas é o pai que essa criança tem e ela quer esse pai! Mãe nenhuma tem o direito de falar mal da madrasta e criar um clima infernal. Vamos lembrar que a qualquer momento uma ex-esposa pode tornar-se madrasta e não precisa esperar isso acontecer para se colocar no lugar da nova esposa de seu ex-marido.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;E como uma madrasta também pode se tornar uma ex-esposa, vale muito a pena procurar ajuda quando não conseguir enfrentar sozinha os sentimentos malucos que passam pela mente do ser humano ao viver esse papel.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por isso existe o Fórum das Madrastas. Para acolher pais, enteados, mães e madrastas que vivem essa nova realidade familiar repleta de sentimentos contraditórios. Lá, ninguém se sente sozinho, inseguro ou injustiçado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-850429834235281250?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/850429834235281250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/850429834235281250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2010/03/vida-de-madrasta.html' title='Vida de Madrasta'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-2186948406976719146</id><published>2010-03-20T19:02:00.001-07:00</published><updated>2010-03-20T19:02:45.921-07:00</updated><title type='text'>Caso Nardoni</title><content type='html'>O ciúme é um sentimento difícil de controlar. Faz todo o sentido desse mundo ter existido o descontrole do casal Nardoni/Jatobá em uma situação problema por causa de mais uma crise de ciúme da madrasta desequilibrada. Sei bem o quanto uma ex-esposa pode incomodar uma madrasta e o quanto a criança pode representar esse passado dentro da casa da madrasta a cada 15 dias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As madrastas saudáveis, porém, se controlam, têm bom senso e não matam os enteados. Faz 8 anos que acompanho de perto a irritação das madrastas diantes de situações absurdas que vivenciam. Após um desabafo, ao narrar sua história, sentem-se acolhidas e isso basta para controlar um dia de fúria. Será  que faltou para a madrasta de Isabella conversar, desabafar e receber ajuda para enfrentar as dificuldades que estava vivendo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com estatísticas do IBGE, a cada quatro casamentos, um acaba em separação. Em 1984 foram 30.847 pedidos de divórcio e em 2007 foram 179.342. Existem mais de 60% de famílias reconstituidas e mesmo assim o papel da madrasta ainda é visto com preconceito pela sociedade. O que as pessoas não sabem é que por tras de uma madrasta angustiada pode existir uma ex-esposa magoada que a maltrata e/ou um marido que tem medo da ex e dó da criança gerando então um lar sem regras, sem limites e sem uma rotina organizada.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um simples momento de descontrole, uma gota d'agua seria capaz de causar o fato narrado pela perícia. Na minha opinião, aquele era mais um dia normal na vida daquela família, o que ocorreu foi uma fatalidade. Perderam o pouco controle emocional que lhes restava, já que era comum viverem em conflito. Inicialmente, não havia a intenção de matar, mas como o pai de Isabella explicaria à mãe de sua filha sobre o machucado ao levá-la de volta para casa? E o que Isabella contaria à mãe? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica muito difícil imaginar um pai resolvendo o problema dessa maneira, ainda mais que eles negam o crime, mas uma coisa é certa: a madrasta pode ter perdido o equilíbrio e o pai pode ter acobertado. Ele é fiel à esposa, queria agradá-la, vivia sob a pressão de suas reclamações e a vontade de conviver com a filha. A madrasta perdeu a razão ao se descontrolar e machucar a criança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E qual a explicação que eu dou para o pai jogar a filha pela janela? Diante de um momento de pressão, ele não soube o que fazer, pois ele não resolvia seus próprios problemas. O avó paterno de Isabella sempre resolveu os problemas do filho. Comprou apartamento para o novo casal, assumiu o pagamento da pensão de Isabella, e pagou as dívidas que o filho criou abrindo e fechando empresa. Por esses fatos narrados pela imprensa, podemos imaginar o modelo familiar em que o pai da menina vivia. Por que dessa vez ele decidiu resolver um problema? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mesmo uma pena não existir mais nenhum outro suspeito para que pudéssemos acreditar que a nossa família não está tão ameaçada. Mães separadas desconfiam da madrasta de seus filhos e pouco podem fazer para protegê-los, afinal precisam obedecer a determinação de dias de convivência da criança com o pai. As madrastas precisam sorrir e provar que são do bem e dizer que também existem mães más que jogam seus filhos no rio, dentro de um saco de lixo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conto de fada virou realidade. E mais uma vez fez uma sociedade inteira regredir e temer o papel da madrasta. Existem madrastas más, babás que batem, mas nem sempre o mordomo é o assassino.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-2186948406976719146?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/2186948406976719146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/2186948406976719146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2010/03/caso-nardoni.html' title='Caso Nardoni'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-4086085861933138183</id><published>2010-01-05T03:46:00.000-08:00</published><updated>2010-01-05T03:47:05.400-08:00</updated><title type='text'>Eu não sou patriota?</title><content type='html'>Patriota é aquela pessoa que ama seu país? Que olha para a bandeira e suspira, que se prepara durante dias para escolher seus governantes na hora de uma eleição? Que defende com unhas e dentes as vantagens de morar nesse país tropical? Ultimamente, nada disso me encanta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho, porém um motivo para rever os meus valores. Um filho de 7 anos.  Eu quero ser um bom modelo em todos os aspectos de sua educação e não quero passar para ele essa minha imagem negativa sobre patriotismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para chegarmos a uma conclusão sobre gostarmos ou não de alguma coisa, temos que ter parâmetros de comparação. Há 40 anos eu assisto tv, leio livros, acesso a internet, viajo e com esse material sei parte do que acontece em nosso país e em vários outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há coisas maravilhosas ao redor do mundo, também me assusto com determinadas notícias sobre leis esquisitas, sobre a vida difícil das mulheres e até de hábitos alimentares pra lá de estranhos. E há furacões, tufões, incêndios devastadores, tsunamis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá para chegar então, a conclusão de que nenhum lugar é assim tão perfeito como gostaríamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu sei o que me desanima em meu país a ponto de eu achar que não me importo com ele. É ter essa justiça lenta ou inexistente na maioria das vezes. Normalmente não vemos punição para os bandidos que continuam soltos e matam, roubam mais vezes. Há traficantes de drogas por todos os lados. Bala perdida que mata um pai, uma mãe e ladrões que arrastam uma criança ao roubar um carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a cada dia me deparo com mais injustiças, com falta de aplicação de uma lei. Faz 8 anos que acompanho grupos de pais que lutam para conviver com seus filhos após a separação. Nossa justiça é materna. Até alguns anos atrás, após a separação de um casal, a guarda da criança era automaticamente entregue à mãe. O pai se tornava um provedor finaceiro e nem se esperava muito mais do que isso de seu papel no dia a dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias atuais, o pai quer ser presente na vida de seu filho após a separação, sofre a dor da perda da rotina diária, mas mesmo assim, a guarda integral ainda é dada à mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe agora a opção da guarda compartilhada, mas o juiz não a concede se o ex casal não viver em harmonia após a separação. Como compartilharão a guarda se não se entendem? Então a guarda é dada a mãe mais uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se vivessem em harmonia, não precisariam de guarda compartilhada, pois a mãe nunca impediria a participação do pai. Ao dar a guarda exclusiva à mãe do mal, ela se vê proprietária da criança e essa arma ela usa contra o ex-cônjuge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de isso acontecer em grande escala, de existir mães que somem com seus filhos nos dias de convivência do pai, mães que falam mal do pai para a criança e até aquela que inventa um falso abuso sexual, a guarda ainda é concedida apenas para a mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se esse pai quiser ter a honra de continuar a ser pai de um filho que ele teve com uma mulher desse tipo, terá que ter um advogado, entrar com liminares, fazer B.O.s e de quebra fazer terapia para manter o equilíbrio durante os meses, os anos de luta para ser pai.  E a mãe pode se mudar para onde quiser. Não pode mudar de país sem a autorização do pai, mas pode morar no Chuí, se quiser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que não existe uma quilometragem máxima para o detentor da guarda poder se mudar? Isso é tão óbvio! Ou por que não afastam a criança da mãe também até descobrirem se o abuso sexual é falso ou verdadeiro? Por que não fazem o teste de DNA na maternidade para evitar que a mãe esconda a verdade até de seu próprio filho sobre quem é seu pai?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui explico porque me irrito tanto quando perdem tempo discutindo sobre um projeto de lei para a mudança de um nome de rua, ou algo similar. Que tal se preocuparem com projetos de lei que beneficiem as famílias, as crianças?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para piorar ainda mais a minha indignação com o assunto paternidade, surge o caso de Sean Goldman, o menino que nasceu nos Estados Unidos e foi trazido pela mãe ao Brasil, sem o consentimento do pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até então eu nunca soube que existia a convenção de Haia e provavelmente a mãe desse menino não sabia também. Mas os advogados e todos os envolvidos nas leis de nosso pais sabiam. Ou seja, as leis do nosso pais existem, são boas, mas não são aplicadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pior ainda foi descobrir que há outras crianças americanas no Brasil nas mesmas condições de Sean Goldman. Ou seja, fugir para o Brasil com o seu filho é uma boa solução para mães ou pais infelizes no casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pra piorar, David Goldman precisou disputar o filho com uma família de advogados que sempre teve o controle judicial, muita influência. Se o processo não fosse divulgado na internet, pela imprensa, não chegasse ao ponto de prejudicar outros brasileiros que não tinham nada a ver com o assunto, ainda estaria enrolado? Por que precisar disso tudo se o caminho é um só, seguir a lei que já existe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil só funciona o que tiver um movimento paralelo particular? Para a saúde, temos o plano de saúde particular, para a educação pagamos escola particular, para a segurança temos o segurança particular nos prédios, casas, na rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exemplos acima são velhos conhecidos de todos. A novidade agora é que temos que fazer a nossa própria justiça se quisermos que a lei seja aplicada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São grupos que se unem por uma causa, se fortalecem e conseguem fazer justiça. Os pais que não conseguem conviver com os seus filhos após a separação estão distribuidos no Pailegal, no Participais, na APASE, Pais para sempre, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo faz a pressão, conquista o interesse da imprensa que espalha o acontecimento e força a aplicação da lei. Para isso existe um trabalho que pode demorar anos para provar o que é óbvio, mas ninguém vê. A manipulação do detentor da guarda, a alienação parental, a influência da família do mal na política do país que faz mover montanhas para a lei não ser aplicada. E as pessoas falam isso abertamente na tv, fazem passeatas para lutar por uma causa contra a lei! Se vamos infringir a lei, não deveríamos ao menos fazer isso escondido? Onde fica a moral, os bons hábitos, a boa índole, a vergonha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há no Brasil um grupo interessado em devolver as crianças que foram trazidas para cá ilegalmente. Mas existe o Bringseanhome.org que se tornou um grupo de americanos e brasileiros empenhados nesse objetivo, desde a luta para a devolução de Sean Goldman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento, são esses acontecimentos em nosso país que não me deixam ser patriota e amar a nossa camisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que depois de escrever tantos textos sobre o valor do pai para uma criança, eu descobri que no fundo eu me importo com o meu país, pois me envolvi nesse tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu defendo uma causa de mudança em meu país é porque eu o quero bem de alguma maneira. Quando não amamos, não nos importamos. Quem ama cuida, e através do cuidado, da atenção que quero dar para esses pais injustiçados, espero me sentir motivada e passar a valorizar o meu país. E espero que o meu país se esforce para me mostrar que vale a pena eu apostar nele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberta Palermo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terapeuta Familiar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-4086085861933138183?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/4086085861933138183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/4086085861933138183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2010/01/eu-nao-sou-patriota.html' title='Eu não sou patriota?'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-9062328236340963894</id><published>2010-01-02T05:52:00.001-08:00</published><updated>2010-01-02T05:52:59.592-08:00</updated><title type='text'>Questão de proteção</title><content type='html'>Por mais que o Padrasto (madrasta) se sinta lisongeado pela criança gostar tanto dele a ponto de chamá-lo de pai, por questão de proteção, o padrasto (e a madrasta) deve ficar atento e sempre lembrar que, por mais que ame a criança, por mais que seja responsável pelos cuidados e pela parte financeira, essa criança já tem um pai. Mesmo que o pai nunca cobre o seu espaço, a criança vai crescer e pode desvalidar totalmente esse padrasto que ficará arrasado por não ter o reconhecimento de anos de dedicação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O padrasto de Sean Goldman falou em uma entrevista que se Sean fosse embora ele sofreria, afinal qual pai não sofre quando fica longe de seu filho? Pois eu digo qual pai estava sofrendo: o único que Sean tem, David Goldman. O filho foi tirado de seus braços e outro homem quis assumir esse espaço que não lhe pertencia. Mesmo que o pai tenha morrido, é importante que as lembranças, fotos e histórias sejam mantidas, pois é importante para a criança aprender a lidar com a perda e administrar sua nova realidade.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a separação, normalmente a guarda da criança é entregue à mãe e ao se casar novamente, é fato que a criança passa a conviver muito mais com o padrasto do que com o pai. Se a mãe mudar para outra cidade, ficara ainda mais difícil para o pai ser presente na vida desse filho. É importante que mesmo diante dos obstáculos o pai não desista e se organize para conviver o máximo que puder. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum o padrasto desfazer do pai da criança por esse ganhar menos dinheiro e até por ser ausente, desvalidando alguém que é tão importante para ela. O padrasto alijador incentiva a criança a torcer para seu time de futebol e não mais para o time do pai. Quer ser o primeiro a levar a criança para assistir a estréia do filme no cinema e corre visitar a Disney! Nesse ponto David Goldman não precisaria se preocupar, pois se dependesse do padrasto de seu filho, nunca mais ele pisaria nos Estados Unidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega inclusive o dia da criança não querer mais se encontrar com o pai, comprovando a Alienação Parental cometida pelo padrasto, apoiado pela mãe. O que o padrasto não percebe é que a criança é fiel à ele por total falta de opção. A criança não tem maturidade para se libertar dessa opressão e dizer o que realmente gostaria. Ela até poderia manter o vínculo maior com o padrasto, mas nunca queria que ele falasse mal de seu pai, o afastasse dele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se indagarem à essa criança se ela gostaria de ir de helicóptero ao Clube de Campo para pescar com o padrasto ou ir à pé comer pastel na feira com o pai, ela adoraria o segundo passeio, mas não poderá assumir  sua vontade por questão de sobrevivência. É para a casa do padrasto que a criança voltará depois e não poderá correr o risco de viver em um lar onde ela provocou a desarmonia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então a criança fala, escreve e desenha o que o padrasto quer ver e ouvir. Posso então arriscar um palpite do motivo de Sean não ter esperneado ao sair dos braços do padrasto e da avó, por mais que esse fosse o desejo da família materna e o esperado por todos nós pelo drama causado na hora da entrega. Sean não ficou com a responsabilidade da decisão, não era o culpado por ter que ir embora. Ele ficou bem "dos dois lados da fita". Agora ele pode se soltar, viver à vontade ao lado do pai sem dever nada à ninguém. Sempre que o padrasto ligar ele dirá que está morrrrrrendo de saudades e pode até usar uma voz chorosa, pois nunca se sabe, é melhor manter o bom clima. Sim, a criança aprende desde cedo a dançar conforme a música. Seria então um crime forçar esse menino a tomar uma decisão que cabe aos adultos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adaptação verdadeira de Sean não será conviver com o pai ou a nova escola e amigos. A novidade será a mudança de clima, de cidade, nova língua e a saudade que terá dos familiares maternos, dos amigos, da rotina anterior. Sentirá saudades de comer pão de queijo, bombom sonho de valsa, jabuticaba, Catupiry, entre outros alimentos que só temos aqui no Brasil. Outra novidade será ajudar o pai nos afazeres da casa, já que no Brasil a maioria das crianças não participa dessa atividade. Tenho certeza de que o meu filho de 7 anos não tem ideia de onde guardamos a vassoura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que essas mudanças não se comparam a melhor coisa desse momento que é receber o amor, os ensinamentos e a participação de seu pai em sua vida, depois desses longos anos de afastamento. Finalmente podemos dormir aliviados, pois sabemos que se alguém fizer algo errado ao outro, a justiça, apesar de lenta ao extremo, acertará tudo no final. Então você, que vive esse problema, nunca desista de lutar para ser pai de seu filho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberta Palermo&lt;br /&gt;Terapeuta Familiar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-9062328236340963894?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/9062328236340963894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/9062328236340963894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2010/01/questao-de-protecao.html' title='Questão de proteção'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-1100471750228458544</id><published>2009-12-30T13:43:00.001-08:00</published><updated>2009-12-30T13:43:52.039-08:00</updated><title type='text'>Você é o pai</title><content type='html'>Você pai, que se separou e precisa lutar para manter os dias de convivência com o seu filho, não desista. Veja o bom exemplo de David Goldman e siga adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não aceitou viver sob as chantagens que a ex-esposa e familiares maternos queriam lhe impôr. Ele tinha a razão, então por que ceder? Por que aceitar as migalhas quando se tem o direito de ter uma convivência saudável, de qualidade? Por que aceitar que falem mentiras a seu respeito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pai, que morre de medo da ex, está na hora de mudar. A criança não é propriedade da mãe. Inclusive ela também é responsável financeiramente pelo filho, proporcionalmente a seus rendimentos financeiros.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a mãe não estiver em casa quando você for buscar o seu filho, se ela viajar nos seus dias de convivência, entre com um pedido de guarda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que a guarda continue sendo da mãe, mostre que você não vai aceitar que ela atrapalhe essa relação. Você vai denunciá-la todas as vezes que ela violar o combinado realizado diante do juiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para piorar ainda mais, a mãe tem permissão para se mudar e pode ir para 500, 1000 km de distância sem a sua autorização. Como resolver esse problema? Garantindo as férias escolares inteiras da criança com você e os feriados prolongados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que tal batalhar por um projeto de lei que estipule uma quilometragem máxima para a mudança de cidade após a separação? Temos que pensar bem antes de termos filhos, pois depois a vida não é mais só nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David Goldman foi corajoso o suficiente para levar até o fim a sua causa. Ele vive em um país que segue as leis, diferente do que acontece aqui no Brasil. Quando ele ia imaginar que para uma lei ser cumprida seriam 5 anos de disputa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai brasileiro se acomoda ou desiste por causa da lerdeza do Poder Judiciário e isso tem que mudar! Vai demorar sim, mas você não vai desanimar. Você está investindo hoje para ser pai do seu filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se ele teria conseguido vencer a batalha sozinho. Então você precisa ter um bom advogado. Peça ajuda, faça um blog, fórum na internet, coloque a boca no mundo, como os amigos de David fizeram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pai, que morre de dó da criança, lembre-se de que, apesar de vê-la apenas em finais de semanas alternados, você tem a obrigação de educá-la. Então na sua casa deve haver regras, limites e rotina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenha medo de seu filho se assustar por ter que ir buscá-lo com a polícia, se for o caso. E não é a mãe que decide se você vai apresentar ou não a criança  para  a madrasta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que só você quer poupar a criança, enquanto a mãe está judiando dela ao afastá-la do pai? E o pai que aceita o afastamento está compactuando com a maldade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você vai dizer para o seu filho quando ele crescer? Que a mãe dele sumia com ele nos finais de semana, inclusive ele chorava para não ir para a sua casa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; E enquanto isso onde estava o pai que deveria lutar por ele? Dá muito trabalho, dor de cabeça, úlcera, gastrite, o advogado vai custar caro, mas você vai adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai inclusive fazer o exame de DNA se existir alguma dúvida sobre a paternidade. Pois acima de tudo é direito da criança saber quem é o seu pai. Quem sabe ainda conseguimos que esse exame seja realizado na maternidade, junto com o teste do pezinho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E depois que você conseguir garantir os seus dias de convivência, vai processar a mãe se for cabível nas leis. Mesmo que falem que sabiam que no fundo no fundo você só queria saber de dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se cada pai lesado não deixar pra lá as maldades de uma mãe, quem sabe elas passem a pensar duas vezes antes de acusar o ex-marido de abusar sexualmente da criança, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que depois de 2, 3 anos, quando finalmente o pai consegue provar que nada aconteceu, ele deixa pra lá a punição? Por dó da criança? Porque está cansado de batalhas judiciais? Isso é ser egoísta. Há muitos outros pais e filhos que sofrerão a mesma coisa porque as mulheres sabem que não acontecerá nada com elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criança vai sofrer ainda mais? Foi a mãe que causou esse sofrimento e ela continuará a fazer a criança sofrer se ninguém brecá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os filhos esperam que os pais cuidem deles. Imponham limites, falem “não”. Não querem ter um pai banana que abaixa a cabeça e aceita viver de migalhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você é o pai de seu filho. Assuma a sua posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberta Palermo&lt;br /&gt;Terapeuta Familiar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-1100471750228458544?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/1100471750228458544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/1100471750228458544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2009/12/voce-e-o-pai.html' title='Você é o pai'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-6759158522359850667</id><published>2009-12-27T04:18:00.000-08:00</published><updated>2009-12-27T04:19:06.021-08:00</updated><title type='text'>Tic tac, tic tac, tic tac, bum!</title><content type='html'>Não parecia ser uma bomba relógio, mas no fundo, no fundo, tinha todos os componentes de uma bomba prestes a explodir. Passou um ano, dois, chegou ao quinto. A história aconteceu em uma família rodeada de advogados por todos os lados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O personagem principal já foi o ex-padrasto da criança e agora, para onde ele foi? E como ficará a vida dele depois da declaração de sua ex-sogra que diz que no Brasil, após o falecimento da mãe, a avó tem plenos direitos de ficar com a criança? Ele também terá que disputar a guarda de sua filha com ela? Terá que viver eternamente com a ex-sogra? A nova esposa terá que morar lá também? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avó virou lider e passou do limite adequado ao falar coisas absurdas. Como podemos dar credibilidade aos textos escritos por ela e as declarações à imprensa se ela definitivamente não processa o conteúdo investigado, não valoriza os especialistas que já declararam que a criança sofre alienação parental? Ela insiste em dizer que não deixaram o neto falar. Ela não percebeu que todo mundo sabe exatamente o que ele vai dizer? Por que ninguém ajuda essa sra a não passar por esse papel ridículo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela deu o azar da filha ter se casado com um homem que quer ser pai, quer cuidar da criança. Existem mesmo outros pais que já teriam desistido ou teriam aceitado as migalhas que lhe sobrariam, atitude comum nos processos pós separação no Brasil. &lt;br /&gt;Ela está arrasada porque o Lula não respondeu sua carta, como se isso fosse óbvio, como se o presidente tivesse que consolar sua perda e mais, tivesse que defender sua causa. Será que antes o presidente era tão validado assim por lá? O que vem abaixo dele não serve, porque tomaram a decisão de seguir a lei. Lei???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito mais do que seguir um tratado com outro país, um combinado, uma lei, estamos falando, acima de tudo do óbvio. Após o falecimento da mãe a criança fica com o pai. Os avós podem apoiar, assumir temporariamente, mas se o pai for um homem presente que tenha seu lar organizado para receber a criança, o filho é dele. Não há nada que desabone esse pai. Se houvesse já estaria estampado em todos os jornais. Eu confio totalmente na competência dessa família para desvalidar o pai. Se não há provas é porque não existem. &lt;br /&gt;A cena real é a de um pai traído que teve seu filho levado de dentro de casa para nunca mais voltar. Uma família materna sem limites que apoiou os atos inadequados da mãe para protegê-la do homem que não ganhava muito dinheiro e não a satisfazia mais. Ele poderia ser o pior marido desse mundo, mas nunca poderia ser desvalidado como pai. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos ensinar os nossos filhos a assumirem os seus erros. Se a filha foi morar no exterior, se encantou pelo lindo modelo, se casou, teve um filho e resolveu se separar, tem que assumir suas atitudes sem fugir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não a deixaria ir embora para o Brasil com a criança? Espero que não mesmo. Já acho o fim da picada uma mãe no Brasil poder mudar de cidade após a separação, ir embora para mais de 500, 100 km de distância e o pai não poder fazer nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a mãe da criança morreu. Pode existir acontecimento mais surpreendente e improvável nessa história? Uma história que se transformou em um pesadelo macabro, cheio de tramóias, arranjos, subterfúgios e apelações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe foge de casa e encontra todos os recursos legais para viver como se o passado não tivesse existido. Se casa novamente com um poderoso advogado, engravida e morre no parto?? Há quem diga que foi castigo. Há quem diga que foi uma fatalidade sem precedentes. E se a mãe não tivesse morrido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse menino teve que deixar para trás sua vida organizada aos 4 anos. Agora vai deixar tudo novamente, aos 9 anos. A mãe morreu. O pai foi totalmente desvalidado. O que espero agora? Que essa criança seja resiliente e faça desse limão, uma limonada. Espero que essas perdas, as frustrações o ajudem a crescer forte, determinado a ser feliz. Que as perdas da infância sejam ganhos na adolescência e na vida adulta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a avó, desejo que descubra que o mundo não gira em torno de nossos interesses, que enxergue que existem convenções sociais de paz a serem seguidas e que os pais são mais importantes do que os avós. Que entenda que por mais que ela não goste, esse é o pai que o menino tem.&lt;br /&gt;Roberta Palermo&lt;br /&gt;Terapeuta Familiar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-6759158522359850667?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/6759158522359850667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/6759158522359850667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2009/12/tic-tac-tic-tac-tic-tac-bum.html' title='Tic tac, tic tac, tic tac, bum!'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-5894680812130566443</id><published>2009-12-22T14:18:00.000-08:00</published><updated>2009-12-22T14:19:26.808-08:00</updated><title type='text'>Carta para avó materna de Sean Goldman</title><content type='html'>Prezada Silvana Bianchi, sou brasileira, tenho 40 anos de idade e trabalho muito também. Ao lado do meu marido crio o meu filho Pedro de 7 anos, ensinando-o que filho não é propriedade da mãe. Aprendi isso com a minha mãe, pois ela nunca me afastou do meu pai após se separar dele quando eu ainda tinha 3 anos. Ela também tinha muitas mágoas de uma relação desgastada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu pai faleceu de câncer há 16 anos atrás. Ele fumou muito ao longo de seus 65 anos e o tumor atingiu laringe, faringe traquéia e cordas vocais. Foi muito triste perdê-lo também, mas tive a grande sorte de conviver com ele ao longo de meus 23 anos. Foi com o meu pai que aprendi a gostar tanto de trabalhar, a ser feliz e ver a felicidade em tudo, mesmo nas horas chatas que aparecem nas nossas vidas. Ele me ensinou a andar de bicicleta, eu brincava de casinha nas prateleiras de papel de sua empresa. Foram muitos finais de semana e ferias divertidas com muito sorvete e chocolate. Quando eu voltava para a casa da minha mãe ela demorava meses para desencardir o meu joelho, desembaraçar os nós do meu cabelo e eu tomava vitamina para recuperar o peso. Para a minha mãe, o mais importante era eu ter um pai presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu falecer, certamente quem vai terminar de criar o meu filho é o meu marido, quem eu escolhi para ser pai de meu filho. Escolhi com muito critério, pois não podemos achar depois que o pai não tem condições de criar o nosso filho. Certamente o seu marido foi privilegiado por não ser desvalidado como pai, assim como você faz com todos os pais do Brasil em sua carta ao presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma criança de 9 anos não tem maturidade para fazer escolhas na vida. Aos 4 anos ele também não pode escolher ficar com o pai. Ou sua filha o consultou? É tão óbvia a alienação parental realizada em seu neto que fica claro que não será permitido que ele fale o óbvio: que não quer ir embora. Certamente ele falaria o mesmo quando a sua filha o trouxe dos Estados Unidos se lhe perguntassem se ele gostaria de nunca mais ver o papai. Por que agora você acha que opinião dele importante? Porque você é mais importante do que o pai? Você não é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você não orientou a sua filha a seguir as leis. A apoiou a abandonar o marido que não a fazia feliz, a ficar no Brasil, pedir o divórcio, a guarda de Sean e após sua morte apoiou o padrasto a ter a guarda provisoria. Tudo sempre pensando só em si. Em ter a sua filha, o seu neto, tudo para você. Enquanto o pai, para você, não tem valor algum para o desenvolvimento de um filho. Avós não estão acima da lei. Avós não têm mais direitos do que o pai e a mãe. Nunca! Você já teve a oportunidade de criar os seus filhos. Agora é a vez desse pai criar o filho dele. Você está invadindo um espaço que não lhe pertence.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamento muito que a sua vida seja recheada de perdas, mas não menospreze a perda do pai de seu neto. Você não tem o direito de achar que um pai pode ser excluido dessa maneira da vida de uma criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberta Palermo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terapeuta Familiar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.robertapalermo.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-5894680812130566443?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/5894680812130566443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/5894680812130566443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2009/12/carta-para-avo-materna-de-sean-goldman.html' title='Carta para avó materna de Sean Goldman'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-9067371115939301157</id><published>2009-06-19T18:11:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T18:13:10.786-07:00</updated><title type='text'>O pai desrespeita Sean, a mãe respeitou muito!</title><content type='html'>Todo mundo sabe que “Sean” não quer ir embora do Brasil e sabemos também que, em momento algum, a família materna incentivou que ele fosse embora, claro. E qual é exatamente o valor que tem uma entrevista feita por uma psicóloga escolhida pela família materna, que também deixa claro que quer que Sean fique no Brasil? Isso não demonstrou ainda mais que há um corporativismo empenhado em ser fora da lei?&lt;br /&gt;Essa entrevista só serviu para dificultar ainda mais a mudança de casa, de cidade, de país. Se não são eles quem decidirão se Sean vai ou fica, entrevistá-lo para ele dizer o que quer, vai deixá-lo ainda mais frustrado, afinal ele não poderá decidir. Está clara na conversa, a manipulação e alienação parental ao longo dos anos.&lt;br /&gt;Marcaram passeios legais bem nos dias de encontrar o pai? Que pena. Sean não poderá ir ao Beach Park, porque tem que ficar aqui pra ver o pai, ops, pra ver o David. Ou será que é porque ele não pode sair do estado do Rio de Janeiro?&lt;br /&gt;Ele não poderá ir para Búsios, porque tem que esperar o moço insistente que vai lá vê-lo.&lt;br /&gt;O pai não compareceu ao encontro. Avisaram o menino que o encontro foi desmarcado? E havia mesmo encontro marcado todas às vezes que falaram para o menino? Uma familia que compactuou com atitudes ilegais o tempo todo é digna de confiança?&lt;br /&gt;Aqui estão as partes onde a psicóloga mostrou sua tendência para que ele fique no Brasil. A maneira de conduzir a entrevista foi adequada?&lt;br /&gt; TC — Qual amigo você gosta mais na escola?&lt;br /&gt;SG — Ih, tem tantos &lt;br /&gt;TC — Tantos! Nossa! Muitos que você gosta &lt;br /&gt;Tradução das entrelinhas: Não levem Sean daqui, não o tirem de perto de todos os milhões de amigos que ele tem. Só a mãe dele pode fazer isso!&lt;br /&gt;TC — e eu queria te dizer assim, que isso é decisão pra adulto, … mas é importante também, Sean, que você saiba que não é você que vai decidir isso, tá&lt;br /&gt;TC—… eu vou torcer para que esse seu desejo de ficar no Brasil... &lt;br /&gt;TC — ...seja realizado, não é? Porque eu tô entendendo... &lt;br /&gt;TC — ...que você quer muito ficar no Brasil. Mas, como eu te disse, a decisão não é sua. Essa é uma coisa para adultos decidirem e vamos ver se os adultos, né, vamos ver...&lt;br /&gt;TC — ...vão te escutar, vão ver o que que é melhor pra você, né?&lt;br /&gt;TC — Não, eu tô entendendo que você não goste, eu só queria, né, que nem eu tava dizendo que você não precisa ficar preocupado que a tua palavra ela vale muito…você gostaria de tomar essa decisão final? Que você tivesse a responsabilidade de tomar essa decisão final? &lt;br /&gt;Tradução das entrelinhas:  Não é Sean que decide, mas será que ele gostaria de decidir, mas ele não pode decidir, se pudesse decidir, porém, o que será que decidiria?  Pena que ele não chorou…&lt;br /&gt;TC— Uhum. Você não consegue lembrar de nadinha de lá? Da época em que você, você morou lá até os quatro anos, não foi? Não consegue lembrar de nada? &lt;br /&gt;Tradução das entrelinhas: O que será que ela se lembra da vida dela até os 4 anos? Eu só me lembro do que tenho nas fotos e videos e isso não vai faltar para Sean recordar.&lt;br /&gt;TC — Humm. Você acha que ele se faz de sofrido? Como é que é isso  TC — Você acha que é fingimento, você não acredita muito então? &lt;br /&gt;Tradução das entrelinhas: Está claro que o menino perdeu totalmente a noção da realidade. Ele acha que os familiares maternos falam a verdade, essa psicóloga é imparcial, o pai não o ama e o Papai Noel virá no Natal. &lt;br /&gt; TC — Não apareceu? &lt;br /&gt;SG — Não apareceu &lt;br /&gt;TC — Depois de ter marcado com você? &lt;br /&gt;TC — Que chato né? A terceira vez que ele marca e não vem. Aí fica difícil de confiar, né?  TC — Fica difícil confiar.&lt;br /&gt;Tradução das entrelinhas: Essa foi a cereja do bolo! É o fim da picada. A frase “fica difícil confiar”, saiu da boca da psicóloga. Alguém tem alguma dúvida sobre a manipulação familiar e de TC?&lt;br /&gt;TC — Pois é, te deixa muito chateado e eu entendo que você fique chateado.&lt;br /&gt;Tradução das entrelinhas: Ele fica chateado, desmemoriado, preocupado, desrespeitado. Por que ela não o colocou mais pra baixo? Ah, foi porque a sessão chegou ao fim.&lt;br /&gt;TC — Que os adultos saibam disso. Que quem vai tomar essa decisão saiba disso SG — Que todos os juízes, que todas as pessoas saibam &lt;br /&gt;TC — Que todas as pessoas, os juízes, quem quer que vá trabalhar nesse caso, saibam que o seu desejo é ficar no Brasil.&lt;br /&gt;TC — Eu já entendi Sean, eu já entendi. Vamos ver, vamos torcer para as pessoas, os adultos que vão tomar essa decisão, né, poderem entender isso que está se passando dentro de você…&lt;br /&gt;Tradução das entrelinhas: Será culpa do juiz se ele tiver que morar nos Estados Unidos. Pronto, achamos o culpado! Será que ele será processado?&lt;br /&gt;TC —Ai que legal. Em geral saem só vocês três ou vai mais alguém junto? SG — Vai a babá TC — A babá vai. Pra cuidar da Chiara que ainda é pequeninha e ainda está nas fraldas.&lt;br /&gt;Tradução das entrelinhas: E o medo de dar a entender que o Sean só fica com a babá?? Quando a Chiara sair das fraldas a babá vai perder o emprego??&lt;br /&gt;TC — Você achava importante falar inglês pra quando você fosse nos Estados Unidos saber falar inglês... SG — Não...&lt;br /&gt; TC — Você não achava isso tão importante. Você pode estudar isso  depois, né?&lt;br /&gt;Tradução das entrelinhas: Pra que saber o idioma do pai? Quanto menos souber, mais difícil fazer um vínculo com ele.&lt;br /&gt;TC —  Te desrespeitou, você acha? &lt;br /&gt;SG — É. &lt;br /&gt;TC — Desrespeito isso.&lt;br /&gt;TC: ... Então, voltando a essa historia do desrespeito, né Sean, a gente quando se sente desrespeitado ou quando tá chateado com o pai, com alguém, com David, com um amigo…&lt;br /&gt;TC —… eu acho importante que você possa falar pro David que você se sente assim, né? Não só pro David, mas pro teu amigo, se o teu amigo te desrespeitar você poder dizer …&lt;br /&gt;Isso psicóloga, piora a imagem do pai. Por que ela não aproveitou e explicou o que aconteceu exatamente? Desde quando falar sobre as “maldades” de um pai faz bem para a criança? Será bom para o menino ter cravado na cabeça o quanto é DESRESPEITADO pelo pai? A psicóloga não assistiu “A vida é bela”. Ela não viu o que aquele pai do filme fez dentro do campo de concentração para poupar o filho de um sofrimento. E nesse momento, o papel dela era mesmo o de desvalidar o pai o tempo todo.&lt;br /&gt;Essa entrevista deixou bem claro o quanto o pai o desrespeita e o quanto a mãe o respeitou quando o tirou do pai. Acho que alcançaram o objetivo de inverter totalmente o que realmente aconteceu. Acho que as leis brasileiras já estão totalmente convencidas disso também. Afinal já passou tanto tempo, o que foi que aconteceu mesmo??&lt;br /&gt;Roberta Palermo&lt;br /&gt;Terapeuta Familiar&lt;br /&gt;www.robertapalermo.com.br&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRANSLATION'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The father disrespects Sean, the mother respected him very much!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Everyone knows that “Sean” doesn’t want to leave Brazil and we also know that the maternal family never asked him to leave, of course. And what exactly is the value of an interview made by a psychologist hand-picked by the maternal family, who also makes clear that she wants Sean to stay in Brazil? Isn’t it proof that there is a corporatism committed to disrespect the law?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This interview only made it harder to make the transition to a different home, different city, and different country. If they’re not the ones who will decide whether Sean stays or goes, to interview him so he can say what he wants will frustrate him even more. After all, he cannot make this decision. It’s clear in this conversation the manipulation and parental alienation throughout the years.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;They scheduled really cool outings on the days he was supposed to meet his father? Oh, what a pity! Sean won’t be able to go to Beach Park, since he has to stay home to see his father, oops, to see David. Or is that because he can’t leave the state of Rio de Janeiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;He won’t be able to go to Búzios, because he has to wait for the insisting guy who’s going over there to see him.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The father did not show up to meet him. Did they tell the boy the meeting had been canceled? And was there really an appointment every time they told the boy about one? Should a family that has frequently made use of illegal tactics be trusted? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Here are the portions where the psychologist showed her bias for him to stay in Brazil. Was this interview conducted in an adequate manner?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TC – Which friend do you like the most at school?&lt;br /&gt;SG – Oh, there are so many…&lt;br /&gt;TC – So many! Wow! There are many friends you like...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reading between the lines: Don’t take Sean from here, don’t take him from all the millions of friends he has. Only his mother can do that!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TC – And I wanted to tell you this, that this is a decision for adults to make… but it’s also important, Sean, that you know that you’re not going to decide this, ok?...&lt;br /&gt;TC – …I’m going to root for your desire to stay in Brazil…&lt;br /&gt;TC - …to come true, isn’t it? Because as far as I understand…&lt;br /&gt;TC - …you want very much to stay in Brazil. But like I said, itn’s not your decision. This is something for adults to decide and we’ll see if the adults, right, we’ll see...&lt;br /&gt;TC - …they will listen to you, they will see what’s best for you, right?&lt;br /&gt;TC - No, I understand that you don’t like it, I just wanted, right, like I was saying that you don’t have to be concerned because your saying has a lot of value… would you like to make the final decision? To have the responsibility to make the final decision?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reading between the lines: It’s not Sean who decides, but maybe he’d like to decide, but he can’t decide, if he could decide, however, what would he decide? Too bad he didn’t cry…&lt;br /&gt;TC – Aham. You can’t recall anything from there? From the time you lived there until you were four, wasn’t it? Can’t you remember anything?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reading between the lines: what does she remember of her life until she was four? I only remember what I have see on photographs and videos and that will certainly help Sean recall everything.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TC – Humm, you think he passes himself as a sufferer? How is that?&lt;br /&gt;TC – You think he’s pretending, you don’t believe him much, right?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reading between the lines: it’s clear that the boy completely lost the notion of reality. He thinks his maternal relatives are telling the truth, this psychologist is impartial, the father doesn’t love him and Santa is coming on Christmas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TC – He did not show up?&lt;br /&gt;SG – He did not show up&lt;br /&gt;TC – After he made plans with you?&lt;br /&gt;TC – That’s really unfortunate, isn’t it? It’s the third time he makes plans with you and doesn’t come. Then it’s hard to trust him, right?&lt;br /&gt;TC – It’s hard to trust&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reading between the lines: that was the icing on the cake! It’s way out of line. The quote “it’s really hard to trust” came out of the psychologist’s mouth! Does anyone have any doubts regarding manipulation and TC?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TC – I see, it makes you really upset and I can understand why you’re upset&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reading between the lines: he’s upset, forgetful, concerned, disrespected. Why didn’t she make him more depressed? Ah, it was because time’s up!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TC – that the adults hear this. That whoever is making this decision knows this&lt;br /&gt;SG – that all the judges, that all the people know&lt;br /&gt;TC – that all the people, the judges who will work on this case know that it’s your desire to stay in Brazil&lt;br /&gt;TC – I understand Sean, I understand. We’ll see, we’ll root for the people, for the adults who are making this decision, right? So they can understand what’s going on inside of your head&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reading between the lines: it’s the judge’s fault if he has to live in the US. Here, we found someone to blame! Will the judge be prosecuted??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TC – That’s great. So do the 3 of you go out alone or does someone come along?&lt;br /&gt;SG – The nanny comes along. To take care of Chiara wince she’s still too little and wears diapers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reading between the lines: and the fear of conveying that Sean is only with a nanny? Will the nanny lose her job when Chiara gets potty-trained??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TC – Do you think it’s important for you to learn English for when you go to the USA to be able to speak English…&lt;br /&gt;SG – No…&lt;br /&gt;TC – You didn’t think it was so important. You can study that later in life, right?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reading between the lines: why does he need to speak his father’s language? The less he knows, the harder it is to bond with him.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TC – He disrespected you, you think?&lt;br /&gt;SG – Yeah&lt;br /&gt;TC – This is disrespectful&lt;br /&gt;TC - … now, going back to the disrespect, right Sean, when we feel disrespected or when we’re upset about something, someone, as your Dad, David, a friend…&lt;br /&gt;TC - …I think it’s important that you are able to tell David that you feel like this, right? Not only for David, but for your friend, if your friend disrespects you, you can say&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yes, psychologist, smear the image of the father. Why didn’t she take the opportunity to clarify what really happened? Since when to talk about the “evil deeds” of a father is good for a child? Will this be good for the boy to have embedded in his head how DISRESPECTED he is by his father? The psychologist has not seen “Life is Beautiful”. She did not see what that father from the movie did in the concentration camps to spare his son of suffering. And in that moment, her role was to invalidate the father all the time.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This interview made it clear how much the father disrespects him and how much the mother respected him when she took him from the father. I think they achieved the goal of completely reversing what happened. I think the Brazilian laws are completely convinced of that too. After all, so much time has passed… what’s what really happened, again?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberta Palermo&lt;br /&gt;Family Therapist&lt;br /&gt;www.robertapalermo.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-9067371115939301157?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/9067371115939301157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/9067371115939301157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2009/06/o-pai-desrespeita-sean-mae-respeitou.html' title='O pai desrespeita Sean, a mãe respeitou muito!'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-2328938417249040053</id><published>2009-06-12T07:24:00.001-07:00</published><updated>2009-06-12T07:24:52.579-07:00</updated><title type='text'>Apoiar o filho nas atitudes ilegais?</title><content type='html'>Vamos falar sobre moral, sobre valores e ética? O caso sobre a guarda de menino Sean Goldman não me faz pensar em outra coisa. Até onde devemos ir para apoiar uma filha infeliz no casamento que sai do país levando o filho como se ele fosse só dela? E um filho que dirige embriagado, atropela e mata um ser humano no caminho? Eu sou mãe. Então, para resolver um problema que não causei, eu contrato um advogado renomado para resolver o erro do meu filho ou devo fazê-lo assumir o erro cometido? Onde está o limite entre amar e compactuar com um crime? O que mais me impressiona, é a legião de “sem leis” que acompanham o ideal de uma mãe, de um pai que acha que proteger o filho do que ele fez de errado é cuidar, é amar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já assisti na tv uma mãe bem pobre que entregou para a polícia o filho usuário de drogas, pois não aguentava mais vê-lo se “desfazer”, não suportava saber dos roubos que ele fazia na região de sua casa e também cansou de vê-lo levar para vender tudo o que ela tinha em casa para trocar pelas drogas. Isso mostra que devemos ter um limite até onde podemos assumir os erros dos outros. Não podemos compactuar com o que é ilegal, mesmo que o nosso filho, quem tanto amamos, seja o infrator. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ia ter vergonha se o meu filho causasse mal à alguém. Eu ficaria arrasada e seria incapaz de apoiá-lo de maneira ilegal. O Pedro tem 7 anos e vivo hoje para ensiná-lo que nunca devemos pegar o que não é nosso, não devemos mentir para não perder a credibilidade e explico que não passamos no farol vermelho porque podemos nos machucar ou machucar outra pessoa e não por causa da multa. Ele também sabe que não sou perfeita. Ele viu o meu boletim escolar de quando eu repeti de ano e descobriu que as pessoas que amamos também nos frustram, fazem coisas erradas. Com o meu boletim nas mãos ele falou que ia se esforçar muito para ir bem na escola e disse que eu não consegui porque a material era difícil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na hora eu disse que não era isso. Exliquei que tudo aconteceu em uma fase que eu não me esforcei, não se dediquei como deveria. E a vovó não desistiu da mamãe, nem resolveu o problema de maneira ilegal. Não pagou para eu passar de ano, nem deixou que eu corresse para o lado mais fácil que poderia ser parar de estudar ou fazer supletivo. Ela falou que eu ia conseguir vencer fazendo o certo. E foi assim que eu terminei o ensino médio e a faculdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pais não contam para os filhos o que fazem ou fizeram de errado. Querem mostrar que ali existe um modelo perfeito e não percebem que isso sim é frustrante, afinal a criança tem medo, a criança erra e se sente sozinha diante daquele ser tão perfeito. Temos que dizer para os nossos filhos que também temos medo. Pode não ser mais o medo de escuro, pois esse eu já venci, mas eu tenho medo de deixar o vidro do carro aberto e vir um ladrão me assaltar. Eu falo para o Pedro que temos que ter medo do que é real, pois o medo nos protege. Eu não deixo o vidro aberto por medo, portanto a chance de eu ser assaltada até pode diminuir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça o que eu digo, não faça o que eu faço. Esse é o hábito atual de educação. Os pais precisam entender que o modelo é o que vale e não as palavras. Se não queremos que os filhos contem mentiras, não podemos dizer para que eles falem que “não estamos” quando toca o telefone. É no dia a dia, nas pequena atitudes que educamos. Aquela moedinha de 10 centavos no chão da livraria não é nossa. Vamos levar até o caixa e dizer que alguém perdeu. Fiz isso e a moça do caixa falou que o meu filho poderia ficar com ela. E eu expliquei que não, pois o dono poderia voltar para buscar. E o Pedro tinha 4 anos. Eu também não levei para casa a pazinha amarela que encontramos na praia às 7 horas da manhã. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É dessa maneira que educamos e criamos um filho para ser honesto na vida adulta, para não querer ter vantagem sobre as outras pessoas, para saber assumir uma atitude errada. Estou plantando desde já para que no futuro eu não tenha que passar a vergonha desses pais que aparecem na tv, "justificando o injustificável". Tentando de qualquer maneira encontrar brechas na lei para apoiar um erro. &lt;br /&gt;Eu amo o meu filho de verdade e com a verdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberta Palermo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-2328938417249040053?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/2328938417249040053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/2328938417249040053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2009/06/apoiar-o-filho-nas-atitudes-ilegais.html' title='Apoiar o filho nas atitudes ilegais?'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-9029610365791437492</id><published>2009-03-17T03:24:00.000-07:00</published><updated>2009-03-17T03:27:42.742-07:00</updated><title type='text'>Excuse me, posso ser pai do meu filho?”</title><content type='html'>Definitivamente eu não consigo entender o que falta ser explicado para que algumas pessoas entendam que não há nada, até o presente momento, que desvalide o pai David Goldman. Sendo assim, não há nada que o impeça de ser pai de seu filho. O que mais me assusta é que há vários “fora da lei” envolvidos nesse apoio à família materna, pois como explicar tamanha falta de juizo? O menino foi trazido ao Brasil sem a permissão do pai, independente da criança ter dupla nacionalidade, ou de ter uma família materna maravilhosa e feliz. E a mãe teve uma atitude inadequada ao afastar seu filho do vínculo sócio-afetivo do pai bem antes do pai querer afastar o filho do tal vínculo sócio-afetivo atual. Então quem começou toda essa confusão? E não venham me dizer que a mãe tinha que sair de lá, afinal a vida sexual dela era ruim e ela era a responsável por sustentar a casa, pois certamente há vários casais nessas condições e nem por isso um ente afasta  o outro da criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe não atuou de maneira legal, apesar de ao chegar ao Brasil, ter o divórcio e a guarda do filho consentidos. O padrasto é sim alguém muito bom, competente, excelente, mas não justifica ele pedir a guarda sócio-afetiva e nem desvalidar o pai a ponto de querer tirar o sobrenome dele da certidão de nascimento da criança, O pai do menino seguiu a lei. O padrasto desse mesmo menino usa as leis para o seu trabalho, então me surpreendo por ele estranhar e cobrar do pai a participação e presença na vida da criança, sendo que para isso, ele teria que abrir mão de seu direito à paternidade. Ou alguém acha que é possível ser pai morando em outro pais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Tudo seria perfeito e nada disso estaria acontecendo, se David Goldman não quisesse ser pai, mas para infelicidade desses familiares e sorte desse menino, ele quer de volta o filho que tiraram bruscamente de sua casa. Por um só minuto, coloquem-se no lugar desse pai! Vocês concordariam que, já que o filho de vocês já está bem lá mesmo, vamos deixá-lo lá, ou lutariam para que um golpe desses não obtivesse sucesso? Sei que muitos pais brasileiros, em virtude da morosidade do judiciário, aceitam mesmo as migalhas de convivência que a mãe oferece. Antes isso do que nada. Como David Goldman não aceitou essa condição tão comum ao pai brasileiro, ele é visto agora como o descomprometido que abandonou o filho. Vejam como tudo se inverteu e há vários adeptos à essa opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À partir do momento em que as pessoas apoiam uma passeata para que o menino fique no Brasil, apoiam também a justiça lenta e inadequada que temos no momento. É como validar um orgão de desfesa do consumidor que não defende o consumidor. Acompanho há 7 anos pais que não conseguem conviver com a criança após a separação e ao recorrer às leis, que deveriam ajudá-los, se deparam com mais dificuldades, além das que a mãe coloca. E não pensem que isso não acontece do outro lado, pois uma mãe relatou que, após o pai negar à ela a permissão de viagem do filho de 3 anos para Aspen para passarem as férias juntos, ela recorreu ao juiz e ele não permitiu. Achou supérfluo e desnecessário ela levar um menino de 3 anos para Aspen. Vejam a que ponto chegaram as famílias que vivem em desarmonia e precisam de que uma terceira pessoa, alguém que não tem nada com a sua vida, decida para onde se deve viajar nas férias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chego a conclusão de que a igreja católica e seus vários ensinamentos que julgo desatualizados, tem lá sua razão de ser. Por que o divórcio é tão mal visto? Porque causa uma desgraça nas famílias. São tantos atos irresponsáveis uns atrás dos outros e os pais envolvem as crianças em seus desatinos. São adultos que se relacionam sem proteção e engravidam sem o menor comprometimento. Está ai a explicação para a igreja dizer que a relação sexual deve existir apenas após o casamento, mesmo que a gente saiba que isso não é garantia alguma de estabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se queremos atualizar o mundo para os dias de hoje, se queremos modernizer antigos conceitos e dogmas, novas regras precisam passar a existir para cobrir as lacunas que aparecem. O problema não é ter relação sexual antes do casamento e sim um casal ter um filho sem um vínculo emocional, sem ter uma vida organizada e depois ir remendando daqui e de lá para adaptar a gravidez à realidade diferente dos dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E são os namorados adolescentes que engravidam, tem aquele casal que engravida para tentar salvar o casamento e tem aquele casal que engravida para dar um irmão ao filho mais velho. Aquele casal com diferença cultural, econômica, social e emocional enorme que quer vencer todos os preconceitos e no fim descobre que não é bem assim. E tem o caso de ter que ter uma menina, pois até agora só tiveram 4 meninos. Ou ainda o caso da mãe que aos 50 e poucos anos não foi mãe e quer viver essa emoção. Tem a mulher que tem câncer há 10 anos, mas seu sonho é ser mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos que rever esses posicionamentos, pois eles são egoístas demais na maioria das vezes. São casais que colocam a criança no mundo apenas pensando em si e está longe da realidade deles, pensar em qual estrutura familiar essa criança vai viver. Parem de pensar “em que mundo deixarei o meu filho” e pensem sim “em que tipo de estrutura familiar deixarei o meu filho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já que estamos palpitando tanto na vida dos outros, o mínimo que podemos fazer também, é tirar uma lição de vida disso tudo e aceitar que vivemos um momento familiar catastrófico. E volto a dizer que o momento é o de perguntar para nós mesmos que família queremos dar aos nossos filhos. Por mais que o mundo fique moderno, uma coisa é certa: sempre será muito triste para a criança ter os pais separados ou ter a ausência de um desses dois entes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe ex-casal, mas não existe ex-pai, ex-mãe. Ninguém tem o direito de achar que é suficientemente bom para a criança e só o seu amor basta. A criança precisa do pai e da mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberta Palermo&lt;br /&gt;Terapeuta Familiar&lt;br /&gt;www.robertapalermo.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-9029610365791437492?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/9029610365791437492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/9029610365791437492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2009/03/excuse-me-posso-ser-pai-do-meu-filho.html' title='Excuse me, posso ser pai do meu filho?”'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-6911599633323206795</id><published>2009-03-11T07:47:00.000-07:00</published><updated>2009-03-11T07:48:42.595-07:00</updated><title type='text'>Não basta ser pai para conviver com um filho</title><content type='html'>A avó materna de Sean Goldman falou no programa Fantástico (08/03/09) que o motivo que a leva a querer que o neto fique sob a guarda do padrasto é a irmã. de Sean, filha do segundo casamento de sua mãe com o atual padrasto. Ela acha importante que não sejam afastados. Então me tranquilizei e confirmo para ela e para todos que ainda estiverem em dúvida, que será mais importante para o menino conviver e morar com o pai biológico, já que a justiça terá que escolher um dos dois. Acredito inclusive que, se a justiça disser que o menino ficará sob a guarda do padrasto, não decidiu isso pensando na convivência dele com a irmã. Esse é um motivo pessoal da avó e motivos pessoais não são relevantes nesse momento. &lt;br /&gt;Conheço vários filhos únicos e eles não carregam traumas por não terem um irmão. Muitos até gostariam de ter um irmão para dividir as alegrias e angústias, mas vivem muito bem emocionalmente. Conheço porém, muitas pessoas que por motivos diversos não conviveram com o pai. Essas sim, carregam traumas imensos e narram com tristeza a falta que essa figura fez ao longo de sua vida. &lt;br /&gt;Eu sou filha única, mas tive uma irmã dos 13 aos 23 anos. Não morávamos juntas, pois ela é filha do segundo casamento do meu pai. Eu a via nas férias escolares, período que eu passava na cidade do interior, próxima à São Paulo, onde o meu pai morava. Me afastei da minha irmã quando o meu pai faleceu. Eu e a minha madrasta nos relacionávamos muito mal, passávamos temporadas desgastantes. Quando o meu pai faleceu, eu não precisava mais conviver com ela e foi uma grande alegria pra mim. Foi como ter uma carta de alforria. Perdi porém, o contato com a minha irmã, que na época tinha 10 anos. Para eu conviver com ela teria que manter a convivência com a minha madrasta, pois ela era ainda muito pequena. Tive que fazer uma escolha. Ter saúde emocional ou ter uma irmã.&lt;br /&gt;Quando fazemos uma escolha para a nossa vida, para a vida de um filho, ou de um ente querido, temos que acreditar que fazemos a melhor escolha. A avó materna e padrasto de Sean Goldman certamente fazem o que acreditam ser a melhor escolha para a vida do menino. O pai, porém,  acredita que a melhor escolha seja que Sean tenha um pai presente, ainda mais que a mãe faleceu durante a disputa pela guarda. E nem vou me estender escrevendo sobre a mãe ter levado o filho embora sem seu consentimento, e tudo o que aconteceu depois, que o tornou impotente para tomar decisões.&lt;br /&gt;Há alguns anos atrás, o ator Vladimir Brichta  precisou lutar na justiça pela guarda de sua filha. A criança foi passar uma temporada na casa da avó materna, após o falecimento de sua mãe e a avó entrou com pedido de guarda. Não devolveu a criança. Depois do desgastante processo, ele obteve a guarda. Entendemos a dor dessa mãe que perdeu a filha, mas o pai tem o direito de criar a menina. &lt;br /&gt;São vários os casos de pais que precisam reconquistar o direito à pateridade após a separação ou falecimento da mãe da criança. São muitos os pais, vítimas de mães amarguradas após a separação, que quando vão buscar a criança para passar seus dias de convivência, dão de encontro com a casa vazia. A mãe não está. Saiu, viajou, fez qualquer coisa para atrapalhar a relação do pai com o filho. São mães que descumprem na cara dura os combinados realizados diante de um juiz! Como se o fato de ser mãe lhes desse um poder acima da lei. E acreditam fazer o melhor pela criança. Falam mal do pai para a criança a ponto de ela dizer que não quer sair com o papai. Chantageiam o pai. Se ele abrir mão de alguma coisa que lhes beneficie, ou der algo que elas exigem, elas deixam o pai ver a criança. Até acusam o pai de abusar sexualmente da criança como mais uma tentative de afastamento. A justiça protege a criança na hora desse pai&lt;br /&gt;perigoso, até que se prove o contrário, mas  quem protege a criança dessa mãe?&lt;br /&gt;As pessoas precisam se atualizar, pois muitos pais, nos dias de hoje, não querem mais ser meros provedores financeiros. São pais que querem participar da vida de seus filhos e sofrem de verdade a perda do convívio. &lt;br /&gt;Da mesma maneira que a madrasta não é sempre má, o mordomo não é sempre o assassino, o pai nem sempre é somente aquele que só fornece o espermatozóide. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberta Palermo&lt;br /&gt;Terapeuta Familiar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-6911599633323206795?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/6911599633323206795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/6911599633323206795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2009/03/nao-basta-ser-pai-para-conviver-com-um.html' title='Não basta ser pai para conviver com um filho'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-1989753625362110531</id><published>2009-03-08T07:21:00.001-07:00</published><updated>2009-03-08T07:21:53.229-07:00</updated><title type='text'>Sean Goldman, um menino muito amado</title><content type='html'>Um menino muito amado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li a matéria da revista Época (07/03/09) sobre o menino Sean Goldman. Achei que a matéria não foi imparcial. Mostrou que a participação da mãe na vida de uma criança é a única que importa. Então, o pai que tem seu filho afastado de seu convívio, tem que simplesmente pensar na criança? Tem que deixar a mãe decidir se o filho terá pai ou não, como se o filho fosse propriedade dela? E se fosse o contrário? Se o pai fosse embora e levasse a criança para o país de origem, será que ficaria por isso mesmo? Pensariam nos anos de convívio e laços afetivos formados, ou todos lutariam para devolver a criança para a mãe tão sofrida? Uma pena que ainda pensem que um filho precisa apenas da mãe e o pai pode ser apenas um fornecedor de espermatozóides. A matéria deixou claro que, uma vez que a mãe foi embora do país com a criança, o pai poderia compreender, pelo bem do filho, que seria melhor ele pegar um avião e vir gentilmente ao Brasil para ver o filho. Quem sabe a cada quinze dias. Se o pai viesse ao Brasil para conviver com o filho, estaria de acordo com a mudança feita pela mãe e perderia então, a chance de conviver com seu filho, pois vamos lembrar que ele mora em outro país. O pai veio rapidamente ao Brasil depois que a mãe morreu, pois tinha certeza de que nada o impediria de levar o filho dessa vez. Parecia óbvio, a mãe morreu, resta o pai. Ele encontrou caminhos para ter dinheiro para custear advogados e viagens e isso foi muito criticado também. A mãe não faria o mesmo no lugar dele? Por que se uma mãe movesse montanhas para arrecadar dinheiro estaria lutando por um filho e o pai é só interesseiro? Ele é o pai da criança e independente da mãe ter ido embora do país de má fé, ou não, não faz alguma diferença. O pai teve algum direito de opinar a respeito dessa decisão? O pai pode ter sido um péssimo marido, mas não deixa de ser o pai que esse menino tem. Qual é o problema da mulher trabalhar e o pai ficar em casa cuidando da criança? Então a criança gosta menos de um pai ou de uma mãe que trabalha fora? Ele era um pai presente, tanto é que ficava com o filho enquanto a mãe saia para trabalhar. Ele era o cuidador na maior parte do tempo e foi afastado sem ninguém pensar em vínculo sócio-afetivo naquela ocasião. Nada consta sobre o pai ser agressivo ou perigoso. Depois que temos filhos, nem sempre temos a mesma liberdade de ir e vir de antes. Ao menos não deveríamos ter. A mãe estava infeliz, quis ir embora, mas pensou apenas nela e não se importou que o filho não teria mais um pai presente. Tenho certeza de que o padrasto e os familiares maternos são excelentes pessoas, bons cuidadores, pessoas que o Sean ama e com quem vive bem. A avó perdeu a filha, ajuda a criar a neta que não tem mãe. Tudo isso é muito triste. Se ficar longe do neto será uma tristeza maior ainda. Mas por que não é uma tristeza para o pai estar afastado do filho? Sou madrasta e sei que é perfeitamente possível passar a amar uma criança aos 4 anos, mas por que o amor do padrasto é tão fiel e o amor do pai e tão desvalidado? Para manter, mesmo à distância, um vínculo da criança com o pai, não seria importante manter a língua inglesa? Mas fazem questão de dizer que o menino pouco se lembra da língua paterna, para ser mais um fator que poderia dificultar a mudança da guarda. Agora alegam que muito tempo se passou e o contato sócio-afetivo está todo no Brasil. Isso é golpe baixo. Pois é óbvio que toda a vida do menino está estruturada no Brasil e levá-lo embora imediatamente não é o mais adequado. Porém, Ele tem 8 anos e será capaz de se adaptar muito bem à mudanças desde que não seja pressionado por quem não quer que ele vá embora. Se o pai receber o direito de levá-lo embora, eu serei totalmente a favor de que eles tenham a oportunidade de viverem juntos nos Estados Unidos para resgatar a relacão e formar um vínculo afetivo. O menino viria ao Brasil passar as férias escolares com os familiares maternos. Depois de um tempo, se o filho quiser voltar a morar no Brasil, tudo bem se o pai concordar e então passariam a conviver nas férias escolares. Ao menos teriam a oportunidade de conviver, apesar da brusca separação anterior. O menino está muito bem no Brasil. Tem uma família amorosa, um padrasto atencioso, excelente escola, mas tudo isso não pode ser mais importante do que ter um pai presente. O pai preferiu seguir o caminho da lei para ter o filho de volta ao país de origem, mas os anos se passaram e agora o menino tem seus laços afetivos no Brasil. Nesse caso o pai passa a ser o vilão, o culpado por querer mudar a vida do menino. Os familiares brasileiros estão desvalidando o pai. E isso é bom para a criança? Dizer que o pai não trabalha, que era péssimo parceiro sexual, que só está interessado no dinheiro do filho. Isso é para o bem da criança? Li no Estado de São Paulo (08/03/09) que o pai vai abrir mão da herança que o filho tem direito. Até isso ele precisa fazer. Por que as pessoas não podem acreditar que um pai pode querer ser pai? Por que só mãe é vista como quem realmente luta por um filho e não tem outros interesses? Depois de tantos anos, a volta desse menino para o país de origem precisa ter uma passagem gradual. Caso o pai tenha o direito de levá-lo, o ideal seria que ele ficasse no Brasil alguns meses, convivendo diariamente com o filho para formar um vínculo, desde que ao mesmo tempo o menino não estivesse sofrendo pressão das pessoas que querem que ele fique. Certamente os famliares maternos não fariam isso. Pensariam apenas no bem estar da criança, já que seguiriam a decisão da justiça que decidiu que o menino voltaria aos Estados Unidos com o pai. Eles querem que o pai entenda que agora o filho já está no Brasil, já está acostumado. Simples assim. Vamos ver se entenderão se a justiça permitir que o pai o leve de volta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-1989753625362110531?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/1989753625362110531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/1989753625362110531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2009/03/sean-goldman-um-menino-muito-amado.html' title='Sean Goldman, um menino muito amado'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-4695568502425509262</id><published>2009-01-23T11:09:00.000-08:00</published><updated>2009-01-23T11:10:34.841-08:00</updated><title type='text'>Como fica a relação de ciúme na vida da Madrasta e da Ex-esposa?</title><content type='html'>Como fica a relação de ciúme na vida da Madrasta e da Ex-esposa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem já não teve ciúme um dia. Esse sentimento nada delicado povoa todos os indivíduos desse planeta. A intensidade pode mudar de pessoa para pessoa, mas temos sempre que lutar para nos defender e não sermos dominados por ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine então, quando um casal se separa e uma nova personagem passa a integrar essa família: a madrasta. Ela chega cheia de inseguranças, afinal o homem da sua vida tem uma ex-esposa, filho, uma rotina pré-determinada de finais de semana para conviver com a criança, pensão, entre outras coisas que varia de família para família. Não sabe se a ex-esposa vai falar mal dela para a criança, se vai permitir que essa convivência seja saudável e o principal, será que ela ainda gosta do ex-marido? Será que vai tentar reatar? E nessa hora o ciúme pode bater forte, afinal a ex tem um trunfo em suas mãos, é a mãe do filho desse homem. E a insegurança aumenta mais e mais, pois ela se lembra que não será a primeira a dar um filho para esse homem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para superar essa etapa é importante que a madrasta acredite que essa relação anterior chegou ao fim e o único vínculo desse homem com essa mulher é a criança. É com a madrasta que ele faz planos para o futuro. A madrasta não será mãe do primeiro filho desse homem, mas terá a oportunidade de dar a esse homem um filho presente em sua casa, pois normalmente a guarda é da mãe e o pai não participa do dia a dia do filho da relação desfeita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ex-esposa por sua vez também está insegura afinal de contas, quem é essa mulher que vai cuidar, brincar, educar e gostar ou não de seu filho? É normal que ela tenha ciúme, mas se não controlá-lo poderá atrapalhar a relação do pai e da madrasta com a criança. No início da convivência é importante que o pai passe segurança para a ex-esposa de que a namorada tem boas intenções e a ex-esposa tem que arriscar e confiar. Parece cruel, mas essa é a nova realidade dessa família. Em breve a mãe também terá um namorado, se já não tiver e será a vez do pai ficar inseguro, pois quem é esse homem que vai cuidar, brincar, educar e gostar ou não de seu filho? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os relatos que mais recebo no fórum das Madrastas e Enteados é o de famílias na justiça para garantir a convivência do pai com a criança, pois a mãe some no final de semana do pai, não manda a criança para a escola, diz que a criança está doente e tem até atestado médico que confirma a enfermidade, a fim de não permitir a convivência com a madrasta. O pai por sua vez tem que batalhar na justiça esse ditreito para não perder o contato com o filho. E quando não tem mais saída vem até com uma falsa denúncia de abuso sexual do pai para com seu filho. Falso porque estou falando dos casos que já rolaram anos, nada foi provado, mas o pai perdeu a pernoite com a criança e tem visita assistida. A mãe prejudica a própria criança e sim, temos relatos de mães arrependidas que agiram assim por estarem magoadas e com muito ciúme da madrasta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a madrasta por sua vez pega birra da criança, afinal se ela não existisse nada daquilo estaria acontecendo. Nessa hora até exame de DNA é realizado, afinal essa briga pela paternidade pode ser em vão. Será que ele é mesmo o pai? E já não me surpreendo mais, pois nesse instante estamos com dois casos de pais que por viverem esse inferno foram checar esse dado e descobriram que um pai,  depois de dez anos e o outro depois de quatro anos, não são pais dessas crianças. E a mãe não é punida por mudar tão bruscamente o destino de um homem e uma criança. Por isso eu queria que o teste de DNA fosse obrigatório e realizado na maternidade, como o teste do pezinho. Assim não haveria mentira, afinal a mulher seria desmascarada na maternidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho importante lembrarmos então que atualmente não são apenas as madrastas que podem ser más. Elas estão cada dia mais dispostas a acertar, a viver bem com a criança, então é importante que a ex-esposa dê esse voto de confiança e acredite que todos viverão em harmonia nessa nova realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A madrasta por sua vez não pode ser também mãe dessa criança, pois por mais que ela tenha muitas atitudes de mãe esse papel já é ocupado por uma pessoa especial. Ela também não pode falar mal da mãe para a criança e não pode privá-la de amor, carinho e participação do pai. A madrasta não tinha a criança em suas mãos no momento do nascimento, mas o destino dessa criança pode estar também em suas mãos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-4695568502425509262?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/4695568502425509262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/4695568502425509262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2009/01/como-fica-relao-de-cime-na-vida-da.html' title='Como fica a relação de ciúme na vida da Madrasta e da Ex-esposa?'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-837922979293040842</id><published>2009-01-13T12:07:00.001-08:00</published><updated>2009-01-13T12:07:49.711-08:00</updated><title type='text'>E a madrasta é má....</title><content type='html'>Falta de diálogo dos pais afeta a vida da Madrasta - Roberta Palermo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está inacreditável o número de madrastas relatando esse mesmo acontecimento. É de conhecimento de todos que o papel da madrasta na vida de uma família é cruel. Ela precisa provar o tempo todo que é boa e que não só está “se fazendo de boazinha” quando faz coisas boas para a criança. Ela está cheia de deveres, mas direitos, nenhum. Na maioria das vezes se preocupa com a alimentação da criança, com os passeios, a higiene, mas não pode dar uma bronca, não pode comparecer à festa de aniversário, nem aos eventos escolares, porque não é bem vinda, não é da família. Há muitas dicas para resolver essas questões práticas. Mas existe um problema sério, bem atual, de difícil solução por causa da falta de diálogo entre os adultos: a manipulação da criança. É comum a criança ser mais fiel à mãe após a separação, independente de morar com ela ou com o pai. O que nós madrastas percebemos é que a criança ou adolescente se aproveita mais, a cada dia, da ausência de diálogo entre seus pais para manipulá-los. São capazes de curtir um final de semana maravilhoso com o pai e a madrasta, mas ao chegar em casa, narram dias de terror durante o final de semana. A mãe acredita. Pega birra da madrasta que não deixa a pobre criança conviver com o pai e acha o ex-marido um traste. Quando a criança percebe a reação de irritação da mãe, bingo. “É mãe, ela se faz de boazinha quando está na frente do meu pai” E a mãe acredita, afinal o que esperamos da atitude de uma madrasta? Que ela tenha ciúme da criança, que ela queira afastar a criança do pai, então o que a criança diz faz todo o sentido. E o preconceito predomina. A criança, muitas vezes, por dó e/ou fidelidade à mãe, fala que foi tudo um horror porque não quer chatear a mãe. Não quer dizer que a madrasta é legal, se divertiram, tiraram muitas fotos. Será inclusive muito bom para a mãe escutar as reclamações e confirmar que ela é muito melhor do que a madrasta, assim não corre o risco de perder o filho. Em algum momento essa mãe pensou em ligar para o ex? Não. E se pensou e falou que ia ligar, a criança ainda diz: “Não faz isso mãe, vai me complicar. Depois o papai briga comigo”. Na verdade, a criança sabe que será desmascarada. O pai dirá que o final de semana foi uma delícia que não aconteceu nada de mais e ficará claro para a mãe que:&lt;br /&gt;1- O filho a manipula.&lt;br /&gt;2- A madrasta é legal, não se faz de legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, como é melhor não saber nada disso, bom para a mãe é dormir pensando o quanto ela é melhor do que o pai e a madrasta, acreditar no filho é o ideal. Afinal, criança não mente! E o filho manipulador, muitas vezes por questão de sobrevivência, afinal ele precisa garantir o amor da mãe, mantém esse esquema. Isso não significa que a criança tenha má índole. Ela apenas está abandonada. Ela é reflexo da educação que recebe do pai e da mãe. Por mais que o enteado não tenha nada contra a madrasta, não vai validá-la. Enquanto isso está lá a madrasta fazendo de tudo para agradar e descobrindo o quanto é “usada”. E deve continuar a fazer, pois a parte dela, ela faz bem feita. Desde que o marido/namorado demonstre o quanto é grato por essa participação, ajuda positiva, tudo bem. Só que a madrasta não pode esperar reconhecimento e nem sentir-se usada. Esperar que a criança dê valor aos benefícios que ela oferece é cruel. Inclusive a criança não diz que foi a madrasta: “O papai teve uma grande idéia! Me levou para tomar sorvete e depois fomos à farmácia comprar sabonete”. “A vovó...o vovô...a vizinha...” Mas a madrasta? Nada! “Sabia! Não faz nada pelo meu filho. Só pensa no dela”. Passa pela cabeça da mãe que a madrasta fez muitas coisas que a criança não contou até para protegê-la? Então mães e pais, sinto avisar que vocês estão rodeados de filhos que os manipulam. Enquanto isso vocês desprezam a madrasta/padrasto de seus filhos, sem saber que na verdade, eles são muito bons. Não são eles os causadores de toda a infelicidade do mundo e muito menos a infelicidade de seus filhos. Quem causa isso é a falta de comunicação que está em todas as casas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-837922979293040842?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/837922979293040842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/837922979293040842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2009/01/e-madrasta-m.html' title='E a madrasta é má....'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-4400027262390815395</id><published>2008-11-11T12:37:00.000-08:00</published><updated>2008-11-11T13:02:12.893-08:00</updated><title type='text'>Nova lei sobre pagamento de pensão</title><content type='html'>Uma nova lei permite que mulheres grávidas recebam pensão alimentícia do pai da criança que ainda vai nascer. Mesmo que ainda não haja provas da paternidade. Por que será que essa nova lei me incomodou tanto? Porque o que mais vejo nos dias de hoje são mulheres mentindo sobre a paternidade de seus filhos. Que lei protege os homens dessas mulheres? Sou mãe e sei bem que os gastos de uma gravidez iniciam quando compramos o teste de gravidez na farmácia. Depois disso temos o enxoval, as roupinhas, os móveis para o quarto e se a mulher não tiver plano de saúde, ai sim está enrolada para fazer os exames e consultas médicas do pré-natal. É importante que a mulher grávida tome ácido fólico e as vitaminas indicadas, além de precisar se alimentar bem durante a gestação. Certamente há gastos para que mãe e bebê passem bem durante os 9 meses e tenham saúde após o parto. Pode parecer injusto a mulher ter que arcar com essas despesas sozinhas, mas há mais garantia do pai ser preso caso não pague essa despesa após o parto e a comprovação da paternidade, se a lei fosse essa, do que a mulher que mente a paternidade ser punida. Muitas vezes a mulher não é punida porque o homem está errado. Ao descobrir que não é o pai do bebê fica aliviado e só isso já é o suficiente para sentir-se bem. Se nesse momento ele processasse a mulher e víssemos esses processos punirem de verdade, quem sabe diminuíssem os casos de mentira sobre a paternidade. A saída que eu mais quero, porém, é o exame de DNA na maternidade, sem constranger ninguém. Ou vocês acham normal para o homem pedir o exame de DNA e desconfiar da namorada/esposa/amante, whatever. Um dia, porém, ele faz o exame e descobre a mentira. Então a criança tem seus 2, 5, 10 anos. Justo com o pai? Justo com a criança? Nem um pouco. E vem mais uma lei que protege a mulher. E por que não criam logo uma lei que dê licença paternidade para o pai? Exigir o exame de DNA na maternidade fica caro para o estado/município, ainda mais com tantas outras prioridades, mas gostaria muito que os políticos criassem esse projeto de lei e lutassem por ele. Vamos equilibrar os direitos. Vamos proteger o pai e a mãe das crianças. Roberta Palermo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-4400027262390815395?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/4400027262390815395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/4400027262390815395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2008/11/nova-lei-sobre-pagamento-de-penso.html' title='Nova lei sobre pagamento de pensão'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-7960815415690068348</id><published>2008-08-31T16:45:00.000-07:00</published><updated>2008-08-31T16:46:53.568-07:00</updated><title type='text'>O meu pulmão furou!</title><content type='html'>Quinta-feira, 6:30 da manhã a tv ligou. Acordamos e eu tinha uma dor estranha nas costas. Ter dor nas costas faz parte do meu dia-a-dia. Vira e mexe eu durmo torta, fico torta na cadeira e claro, vem aquela dorzinha. Mas essa dor era diferente, era estranha. Eu e o Pedro falamos tchau para o Márcio e lá fomos nós para a escola. Lá pelas oito e pouco da manhã, além do incômodo nas costas, doía o lado direito do peito. Mandei um e-mail ao Márcio falando que algo estava estranho e que inclusive eu estava respirando “curto”. Ele achou que eu precisava ir ao pronto-socorro, poderia ser algo no coração. Dali um tempo, liguei pedindo para ele passar pra me encontrar para irmos até o hospital. Às 10:30 estávamos lá. Nesse momento eu sentia um incômodo nas costas, ao lado direito do peito, no meio do peito e a respiração estava péssima. O médico do pronto Socorro fez várias perguntas e me deixava tranqüila dizendo que parecia não ser nada, um stress talvêz, mas mesmo assim eu faria um exame de eletro e um raio x do tórax. Como assim stress, pensei, se eu acabei de voltar das férias e estava com o pique total? Ai sim me preocupei, pois alguma coisa eu teria que ter, aquilo não era normal! O Márcio não perdeu a oportunidade de brincar! “Não deve ser nada. Você viu o nome do médico no crachá?” Era o Dr. Inada. Depois que fiz os exames nos encontramos novamente com o Dr. Inada. Logo falei: “Não tem nada, né?” E ele olhou sério e disse que gostaria que não fosse nada, mas que infelizmente eu teria que ficar internada. Tinha um pneumotórax muito grande. Eu estava respirando mal porque o meu pulmão direito estava quase vazio. O ar tinha saído para o tórax. Com o tempo, esse ar que tinha escapado, poderia comprimir o outro pulmão que poderia furar também, além de empurrar os outros órgãos, como o coração, para fora do lugar, causando uma parada cardíaca. Ele já tinha comunicado o cirurgião torácico que estava de plantão para eu colocar um dreno e tirar o ar do tórax. Foi então que ele falou para nós esperarmos alí na recepção. Depois de falar mil vezes “Como assim vou ficar aqui?? Não posso. Tenho mil coisas pra fazer. foi quando eu me liguei que seria sedada e furada e comecei a chorar rsrs. O Dr. Inada nos chamou e nos encaminhou para a internação. Só faltava completar 8 horas em jejum. Logo o médico chegou para explicar qual seria o procedimento. Um médico bem mocinho. Foi muito esclarecedor, falou que eu teria que ficar 6 dias no hospital. Era estranho ter acontecido comigo, pois é uma ocorrência comum em homens altos e jovens de até no máximo 30, 33 anos. Bom, nem meu pulmão acompanha a minha idade cronológica. O que eu tinha eram bolhas no pulmão e uma tinha estourado. O pulmão esvaziou, como se fosse uma bexiga. O dreno tiraria o ar e o pulmão colaria novamente no tórax tampando o buraco. Em 98% dos casos o buraco cola na pleura do tórax e fecha. Em 50% dos casos há uma chance, de em até 6 meses, poder abrir um novo buraco e eu ter pneumotórax de novo. Que animador! Nesse caso costumam usar a laparoscopia e então cortar a parte de cima do pulmão onde estão as bolhas e colam a pleura (parede) do pulmão na pleura (parede) do tórax e assim o pulmão não esvazia mais. Cola? Sim, com um talco especial, ou grampeiam. Básico. O médico achou que o Márcio poderia me acompanhar ao centro cirúrgico e fiquei feliz. Anotei o que o Márcio precisaria trazer para o hospital e avisei que o Pedro teria uma festa na 6a. Precisava mandar o presente que estava comprado e pegar o endereço Às 16:45 daquele dia, tinha que pegar o Pedro na escola. O que ia dizer à ele? Pensamos e resolvemos juntos. Xi, 6 dias? Vou perder a Bienal do livro e já tínhamos feito uma divulgação dizendo que eu estaria lá. E o meu trabalho todo em andamento na escola. O consultório. O fórum das madrastas. Eu não acreditava que de uma hora para outra eu simplesmente tinha que parar tudo. Eram 16:30 quando fui para a sala de cirurgia. Veio um moço com a maca e uma camisolinha mega transparente. Tive que ficar sem roupa usando aquilo, mas, óbvio que não sai de lá enquanto não me enrolei também em um lençol. E coloquei aquele gorrinho horrível e fui toda saltitante, falando pelo caminho. Toda a minha alegria acabou quando na porta da sala de cirurgia falaram que o Márcio não poderia entrar. Como assim? Por que pra ter bebê pode? Que falta de humanidade! Fiquei arrasada e comecei a chorar. Não queria ir sozinha. Todos ficaram olhando pra mim, me explicando com toda a paciência do mundo porque não podia. Então EU entre lágrimas perguntei se não poderiam me dar a anestesia ali, antes de entrar e então descobriram a América rsrs Saiu um para cada lado, pegaram a minha veia e deram um Dormonide. Não vi mais nada. O Márcio foi para a escola buscar o Pedro (6 anos) e no carro explicou: “Lembra de manhã que a mamãe estava com aquela dor nas costas? Fomos ao médico e ele achou melhor a mamãe ficar no hospital pra tomar uns remédios. O ar do pulmão da mamãe saiu por um buraco e foi para o tórax. Para o ar sair de lá, o médico vai colocar um dreno que resolve o problema” “Pode morrer?”, ele perguntou. “Não filho, é tranquilo.” &lt;br /&gt;Acordei depois que tudo estava feito. Eu ainda estava na sala de cirurgia e tinha um moço arrumando tudo. Devo ter feito pelo menos umas 15 perguntas pra ele. Não me lembro o que perguntei. Lembro que ele falou que ia me levar pra sala de pós operação. Lá tinha um monte de gente, uma maca ao lado da outra. Todo mundo coberto, de olho aberto, mas zen, olhando para o teto. Nossa que tédio. Tinham 2 enfermeiras que andavam pra lá e pra cá. Dessa sala eu me lembro de tudo! Uma delas cuidava dos paciêntes e eu estava com uma dor horrível debaixo do braço direito, mas só doia se eu me mexesse. “Está doendo”. Ela foi lá e falou que colocou Motrim no soro. Esperei o remédio fazer efeito, mas que nada! Vi o soro acabar. Falei que ainda estava doendo ela estava atendendo uma senhora que gemia e eu falei que esperava, pois ali algo muito pior estava doendo. “Posso telefonar?” “Estou com fome”. Gente, pensando agora, vejam que mala! Ninguém falava nada. Ninguém se mexia e eu avisava que tinha dor, que tinha fome e queria telefonar. O telefone estava ali em uma bancada. Eu queria ligar para o Márcio. Ele estava ali fora, já tinha chegado, pois tinha ido buscar o Pedro na escola, dado jantar, banho e deixado com a minha sogra e o meu enteado. A outra enfermeira andava pra lá e pra cá, usava um gorrinho personalizado escrito Samanta. Falava o tempo todo em um telefone sem fio. Nossa, eu queria aquele telefone. Ela reclamou alguma coisa assim: “Tô doando esse telefone que não pára de tocar”. Na hora falei que eu queria e ela falou que só ligava internamente, só no hospital. Será? Na próxima vez vou trazer o meu celular escondido aqui na minha camisola, falei. Naquele momento parecia que só eu estava viva. O resto do povo de olho aberto não emitia um som. Nem a senhora que antes gemia, emitia um som. “Fez efeito o remédio daquela sra, né gente?”A enfermeira estava no telefone explicando que o paciênte fulano de tal, que tinha feito implante peniano ia para o quarto número tal. Eu não acreditei! “Moça, coitado do moço, não conta isso, né? Finalmente ela deu um sorriso. “Estou com fome”. “Vamos levá-la lá fora, o seu marido está lá”. “Oba!” Mas foi a enfermeira erguer o encosto da cama e me levar pra fora pra eu passar mal. Finalmente quando vi o meu marido, veio aquele mal estar. Voltaram pra dentro e me deram glicose. Fazia muito tempo que eu estava sem comer. Como ainda ia demorar 40 minutos para eu ir para o quarto, pediram o meu lanche. Colocaram um biombo, comi deitada, pois não dava pra me mexer de dor debaixo do braço direito. Comi tudo! Yogurte de morango, queijo branco, sanduiche de queijo e presunto e torrada com geléia, depois com manteiga e a fruta. Assim que acabei avisei: “Acabei de comer, estava uma delicia, já vou para o quarto?” Eu não parava de falar, que chata! Seis e pouco foram me levar para o quarto e me despedi finalmente desse lugar entediante onde nem se pode usar o telefone rsrs. O Márcio já estava me esperando. Como não vagava um quarto normal, me mandaram para um especial, adoramos, era enorme! Chato era o barulho que vinha do corredor. Ao lado do quarto tinha o espurgo, uma sala onde ficavam as cadeiras de rodas, banquetas entre outros objetos que as enfermeiras pegavam a toda hora, sempre fazendo muito barulho. Por sinal hospital está longe de ser um local silencioso. Tem carrinho passando com a refeição o tempo todo. E o carrinho que vende revistas. Os enfermeiros entram e saem o tempo todo do quarto: “Trouxe o remédio! Paracetamol e e Pantozol” “Agora você tem o paracetamol” 5 da manhã: medir a temperatura e medir a pressão. Alguém tem idéia do barulho que faz aquele velcro do treco que tira pressão às 5 da manhã??? 3 dias depois, fomos despejados para um quarto normal rsrs Era menor, mas silencioso! Ficava bem longe do tal espurgo. Dormi a primeira noite inteirinha. Foram 6 dias conversando por telefone com a família e amigos. Explicar uma coisa tão sem explicação não era assim tão fácil. Pneumotórax espontâneo. Não fiz nada. Eu acordei assim. “Você precisa descansar” Eu gente? Acabei de voltar das férias, estou ótima! Inclusive agradeci muito a Deus por não ter acontecido enquanto eu estava viajando sozinha com o Pedro em outro país. Todos os dias as meninas da limpeza entravam no quarto sorridentes e muito educadas: ‘Posso higienizar?’ As fisioterapeutas e os moços do raio x e enfermeiros sempre perguntavam: “Qual é o esporte que você pratica?” Como eu estava totalmente fora do perfil de quem tem pneumotórax sempre achavam que eu tinha me machucado por praticar algum esporte radical. “Paraquedismo? Mergulho?” Não, eu não estava esquiando. A cada troca de plantão eu explicava tudo novamente. E foram umas 5 ou 6 fisioterapeutas diferentes. Foi um pneumotórax espontâneo. Sim, eu tenho 39 anos, não era pra acontecer. Não eu não fumo. Nunca fumei. Não cai de um avião.&lt;br /&gt;Depois de três dias fazendo palavras cruzadas o Márcio trouxe o notebook. Foi nesse dia que coloquei o fórum das madrastas em dia e escrevi para os amigos contando as aventuras dos últimos dias. &lt;br /&gt;O Pedro ficou seguro em casa com o irmão e estava todo orgulhoso por receber tanta atenção dele. Assistiam tv, jogavam DS e cantavam músicas juntos. “Pai, pode ir para o hospital”, ele dizia.&lt;br /&gt;E lá chegava o Márcio com a sacolinha: coca-cola, Nutella, pão de forma, mais roupas. Eu só vesti uma peça de roupa muito importante: um top. Meu dreno no peito já tinha virado casa da mãe joana. Ao menos eu estava bem coberta. Nos últimos dias eu já ficava só de calça de agasalho e top, parecendo ainda mais ser uma esportista em recuperação. &lt;br /&gt;Foi uma recuperação rápida. Quantas coisas eu aprendi. Mas pra que exatamente serviu esse evento? Será que foi para alertar à todos de que temos que dar bola imediatamente quando sentirmos um mal estar? Ou foi para o Lucas e o Pedro terem a oportunidade de conviverem mais? Foi para eu conhecer uma equipe médica tão bacana e competente? Foi para eu aprender mais sobre o corpo humano? Foi para eu dar valor por nada de errado ter acontecido na minha viagem sozinha com o Pedro? Ou foi para eu lutar pela cirurgia humanizada, ter um acompanhante dentro da sala de cirurgia? É muito chato ficar em um hospital. Eu queria ir embora e não podia. Eu pensei nas pessoas que estão nos presídios. Claro que merecem ficar lá, mas não é possível não ter uma depressão entre outros problemas emocionais. Não dá pra sair de lá melhor do que entraram. &lt;br /&gt;Só sei de uma coisa: não quero mais ter que voltar para lá! Ah, e o médico recomendou: “Fale bastante!” rsrs &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos, Roberta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-7960815415690068348?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/7960815415690068348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/7960815415690068348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2008/08/o-meu-pulmo-furou.html' title='O meu pulmão furou!'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-3153714125692453146</id><published>2008-05-11T09:09:00.000-07:00</published><updated>2008-05-11T05:11:43.345-07:00</updated><title type='text'>A importância de impor limites na vida de nossos filhos. Papai sempre resolve tudo.</title><content type='html'>Será que estamos diante de um exemplo claro de um pai que não impõe limites ao filho? O avô paterno da menina Isabella, alguma vez, reprovou atitudes do filho ou sempre as encobriu? As notícias que lemos são de que o pai da menina Isabella levou à falência várias empresas. Quem pagou as despesas? Era o avô paterno da menina que pagava a pensão alimentícia devida pelo filho. O pai deu o apartamento onde o filho morava com a esposa e mais dois filhos, sendo que esse filho não pagava nem a pensão da primeira filha. Algum dia esse pai aplicou uma sanção ao filho pelos erros cometidos? Os pais são o modelo mais presente que a criança tem desde o nascimento. Uma família que não impõe limites não educa. Quando a criança leva um chocolate do supermercado escondido não podemos fingir que não vimos. Voltamos ao local e pedimos para que a criança devolva. Se o peixinho dourado do aquário morrer não corremos comprar outro para colocar no lugar sem que a criança perceba a perda. A criança precisa aprender a lidar com frustrações. Se a criança encontrar uma moeda no chão da livraria, explicamos que ali deixaremos, pois o dono pode sentir falta e voltar para buscar. Se a criança chegar da escola reclamando que a professora lhe deu bronca, perguntamos o que exatamente ele fazia de inadequado ao invés de falar mal da professora e imediatamente mudar a criança de escola, e ainda descobrir que todas as professoras nos dias de hoje perseguem a pobre criança. Se o filho menor de idade for pego dirigindo o carro da família, não combinamos que vamos dizer que ele pegou a chave escondido. Enfim, esses são poucos exemplos de como não educar um filho. De como colocar no mundo uma pessoa do mal. Até hoje, porém, a pior conseqüência de um filho sem limites era morrer depois de bater e capotar o carro novo por estar em alta velocidade em uma avenida. Um filho que tem um pai que encobre todas as suas falhas não sabe resolver um problema. Sempre que aparece um, liga no mesmo instante para o pai. (O que a família paterna da menina Isabella chama de costume familiar, pois são muito unidos). O pai de Isabella finalmente tomou uma decisão, resolveu um problema sozinho? Fica claro então, o que acontece quando não ensinamos nossos filhos, desde pequenos, a resolverem, a assumirem as conseqüências de seus atos inadequados. Ou eles não aprendem a resolver ou resolvem da pior maneira possível. São despreparados para lidar com frustrações, afinal nunca tiveram uma. Lembrem-se de que não há julgamento precipitado sobre a morte da menina. Até o presente momento não há o menor indício de que outra pessoa, além do casal acusado, estivesse no local. Mais uma vez estão resolvendo o problema para o filho? Será que mesmo nessa proporção de horror o filho protegido sairá ileso? Não percam os próximos capítulos dessa triste história e respondam a pergunta: Você educa o seu filho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberta Palermo&lt;br /&gt;Terapeuta Familiar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-3153714125692453146?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/3153714125692453146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/3153714125692453146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2008/05/importncia-de-impor-limites-na-vida-de.html' title='A importância de impor limites na vida de nossos filhos. Papai sempre resolve tudo.'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-1984980263169547893</id><published>2008-04-19T01:49:00.000-07:00</published><updated>2008-04-19T02:32:49.406-07:00</updated><title type='text'>A Madrasta foi indiciada</title><content type='html'>Parece que estamos próximos do fim. Ou estamos próximos do começo? Ao menos será o fim das investigações e o resultado que conclui que a Madrasta realmente participou desse crime tão bárbaro, se ela realmente estiver envolvida. (esse SE ainda me conforta). Nesse momento essa moça trouxe para a realidade o que sempre esteve no imaginário das pessoas: "Madrasta é sempre má, está vendo?" No fundo, as pessoas esperam que a madrasta faça algo errado. É por isso que ao iniciar um relacionamento já ficamos tão na defensiva, precisando aliviar os familiares para que saibam que não temos a intenção de ocupar o lugar da mãe, nem afastar o pai da criança e muito menos machucar a criança. Usamos o termo "pisar em ovos" quando estamos nessa etapa inicial.  Se a mãe chamar a atenção da criança está educando, se a madrasta fizer o mesmo, não gosta da criança. Se a mãe aplicar uma sanção quando a criança não segue uma regra ela está educando. Se a madrasta fizer o mesmo, é porque tem ciúme. Quando é que a sociedade deixará de ser tão pequena e passará a perceber que há mais de 60% de famílias reconstituidas, portanto a chance de você ou sua filha, sua prima ser madrasta, é enorme. Infelizmente os casamentos estão durando muito pouco e é comum deixar dois filhos pequenos que serão enteados um dia. Ao invés de rotular as madrastas, vamos acreditar que elas poderão acertar e serem boas para a criança. E a mãe má? Por que essa ninguém vê? Aquela mãe que por ciúme da madrasta afasta o pai da criança? Ela fala mal do pai e some no final de semana que seria de convivência dele. Tem até a mãe que, no auge do desespero em fazer essa separação, acusa o pai de falso abuso sexual. E aquela mãe que mente a paternidade e anos depois o pai descobre que não é pai, através de um exame de DNA? Estou duas vezes em luto. Por essa menina tão covardemente assassinada e por ter uma madrasta envolvida em tamanha atrocidade. Será que se ela participasse do fórum das madrastas pela internet, teríamos evitado essa tragédia? Vejam o que as madrastas sentem quando iniciam essa participação: "Somos pessoas mais sensatas, sabemos ouvir críticas e com isso aprender a ser alguém melhor". "Hoje estou menos radical, mais tolerante". "Eu descobri que eu não era a única com minhas dúvidas, ansiedades, angústias"  Tenho muitos relatos como esses e com o fórum EU descobri que não existem madrastas más. Existem madrastas que estão sozinhas e nem sempre sabem agir adequadamente quando os problemas aparecem. E se essa madrasta da tragédia fosse uma integrante de nosso grupo? Eu me sentiria arrasada por não ter mudado esse destino? Não, pois não tenho esse poder. Não interfiro no livre arbítrio.  Pra mim o direito humano do cidadão deveria acabar quando acabamos com o direito humano do outro. Me sinto, porém, de alguma maneira, responsável por essa moça. Espero que depois que encerrar o processo, culpada ou não, eu tenha a oportunidade de conversar com ela e saber interpretar o que desencadeou tamanho descontrole. Sentir ciúme é um sentimento comum entre as madrastas. Um sentimento ruim que ninguém quer ter, mas não se controla. Não basta, porém, ter ciúme ou ser madrasta para matar. Quem mata tem má índole ou está doente, entre outras possibilidades. Pra mim, esse resultado triste será o começo. O começo de um esforço ainda maior em divulgar para o mundo a AME Associação das Madrastas e Enteados, pois o nosso fórum é a minha esperança para proteger madrastas e enteados de uma tristeza tão grande como essa. Roberta Palermo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-1984980263169547893?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/1984980263169547893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/1984980263169547893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2008/04/madrasta-foi-indiciada.html' title='A Madrasta foi indiciada'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-773681093504953780</id><published>2008-04-09T08:41:00.000-07:00</published><updated>2008-04-09T08:53:14.259-07:00</updated><title type='text'>Madrastas culpadas?</title><content type='html'>Se as pessoas não sabem sobre o comportamento das madrastas, poderiam conversar com várias delas no Fórum das Madrastas e se informar melhor. www.madrasta.forumattivo.com/index.htm&lt;div&gt;Julgar a mulher simplesmente por ela ser madrasta acaba até atrapalhando a investigação, nesse caso recente. Ela pode até estar envolvida na morte da enteada, mas se querem mesmo mantê-la como suspeita precisam de fatos mais concretos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dizer que a madrasta pode ter participado do crime simplesmente porque na foto da apresentação escolar ela olhava para o outro lado, e por isso nnao estava atenta como a mãe, nnao ajuda em nada. E se naquele exato momento ela estivesse comentando com alguém ao seu lado: "Que graça". Sim, a maioria das madrastas quer acertar nessa tão difícil relação, seja com a enteada, seja com a família do seu namorado/marido atual.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dizer que a madrasta não deixava a criança falar com a mãe por telefone quando estava na casa dela, também pouco ajuda. Nós madrastas estamos carecas de saber que na maioria das vezes, esse telefonemas podem atrapalhar mais do que ajudar, pois a criança pode sentir saudades, querer ir embora, se deixar influenciar, e isso atrapalhar a convivência com o pai e a nova família.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então, evitar esses telefonemas, na maioria das vezes, é o ideal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quero deixar claro que nnao estou tomando partido da pessoa em questão mas estou tomando partido das madrastas, que, por serem madrastas, geralmente são pré-julgadas e condenadas antes mesmo de se saber a verdade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nem sempre onde há madrasta, há fogo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Roberta&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-773681093504953780?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/773681093504953780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/773681093504953780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2008/04/se-as-pessoas-nnao-sabem-sobre-o.html' title='Madrastas culpadas?'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-6295622377310916952</id><published>2008-03-31T14:00:00.000-07:00</published><updated>2008-04-07T14:34:07.439-07:00</updated><title type='text'>Menino de 12 anos aprendendo a dirigir</title><content type='html'>Foi uma notícia que chamou a atenção pela falta de limite que os pais e familiares impõem às crianças. A tia estava em uma avenida movimentada ensinando o sobrinho a dirigir e mais duas crianças estavam no banco de trás. Um policial estranhou o tamanho do condutor do carro e foi verificar. O que quero salientar nesse momento, foi a frase, mais ou menos assim que o tio falou para justificar: "Sabe como é criança de 12 anos quando quer dirigir". Então peralá! Quem decide? Quem manda? Quem educa? A criança inclusive não quer decidir. Ela espera que os adultos resolvam os impasses. Muitas vezes pedem limite. Esperneiam esperando escutar um "não" e até se decepcionam com a falta de jeito dos adultos em rapidamente ceder ao escândalo. Onde não há platéia, não há show, então quando os pais se depararem com a criança em momento de birra, ignorar pode ser a melhor solução. Diga para a criança que quando ela parar de chorar, de gritar, vocês conversam. Outra saída é mudar de assunto: "Nossa, venha ver como o céu está escurecendo, acho que vai chover!" O mesmo serve para a birra para entrar no carro, sentar no cadeirão, entrar no banho, ir embora da casa de um colega. Existe uma hierarquia. Os pais mandam. Os pais têm que acreditar na linha de educação que escolheram e seguir. Um problema pode ser não ter uma "linha de educação". E o que é ter uma linha de educação? É quando pai e mãe conversam sobre como educar a criança e fazem combinados sobre os horários, alimentação, escola, entre outras necessidades da criança. Quando pai e mãe conversam, falam a mesma linguagem, passam segurança para a criança. Ela sabe que é cuidada pelos pais, que pode contar com eles. Se a criança não respeita as regras, imediatamente deve receber uma sanção: "Que pena que você não fez como combinamos. Hoje não vamos ler o livro que você trouxe da biblioteca da escola". Cada família tem que tirar o que sabe que a criança sentirá a perda. O que a criança tem que perceber é que uma atitude inadequada dela causou dano à ela mesma. Por que a criança fará coisas erradas e depois terá que arcar com perdas por causa dessas atitudes ruins? Quando a criança finalmente percebe que "vai se dar mal"controla mais seus impulsos, procura atender aos pedidos dos pais com mais facilidade. Os pais devem tirar apenas o que sabem que darão conta de fazer. A sanção tem que ser imediata e simples. A criança perde na hora: um dia sem videogame ou os pais não vão ler o livro antes de dormir ou a criança ficará sozinha em seu quarto e não com os pais, como faz diariamente, ou a criança não vai tomar banho na banheira e se divertir com os brinquedos. Os pais já podem ter na cabeça essas sanções, assim não têm que resolver na hora em que estão nervosos. Algumas vezes a criança faz uma coisa inadequada, mas vale a pena fingir que não vimos. Selecionem o que vale a pena e o que não vale a pena ser motivo de discussão. Depois que chamar a atenção e aplicar a sanção, mude de assunto. A discussão que ocorreu no café da manhã não precisa se arrastar até o jantar. Não façam tudo para os filhos. Eduquem. Roberta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-6295622377310916952?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/6295622377310916952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/6295622377310916952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2008/03/menino-de-12-anos-aprendendo-dirigir.html' title='Menino de 12 anos aprendendo a dirigir'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-843673650790469578.post-4067527532763365466</id><published>2008-03-31T13:16:00.000-07:00</published><updated>2008-03-31T14:26:09.824-07:00</updated><title type='text'>"Jogaram" a menina pela janela</title><content type='html'>Estamos acompanhando o caso da menina de 5 anos que morreu ao despencar, cair, ser jogada, whatever, da janela. Ela estava passando o final de semana na casa do pai e da madrasta. O pai e a madrasta explicaram que o pai levou a filha que estava dormindo no carro para o apartamento, a deixou dormindo sobre uma cama e voltou para a garagem para ajudar a madrasta a pegar os outros dois filhos do casal que também estavam dormindo no carro. Ao chegarem ao apartamento encontraram a rede de proteção cortada e a menina estava lá em baixo do prédio sem vida. Havia sangue no apartamento e na rede de proteção. Quem fez isso? Por que alguém faria algo tão horrível? Imediatamente velhos preconceitos vêm a tona e a pergunta: "Foi a madrasta?" É exatamente esse tema e essa situacão problema que está sendo abordada na novela da Globo "Duas Caras". A madrasta estava envolvida no acidente da piscina,  o enteado não sabia nadar, mas o pai o salvou de morrer afogado. Na vida real, no caso da queda da janela,  imaginar que a madrasta matou a criança e o pai é conivente inventando um álibi, é pavoroso! Mas tem uma madrasta, e se tem madrasta ou fumaça, há fogo? Não! Se fosse o pai e a mãe despertaria a mesma questão! São tantas as mães que colocam bebês em sacos de lixo e jogam fora, por que achar que ter mãe é garantia de ter proteção? A menina que sumiu do quarto do hotel em Portugal, Madeleine, estava com o pai e a mãe e desconfiaram da possibilidade de eles terem matado e sumido com a criança. Então pronto. Não basta ser madrasta para ser má, ser mordomo para ser o assassino, ser babá para bater. Independente do modelo familiar, uma tragédia pode acontecer. Não vamos nos preocupar com os preconceitos e sim com a investigação que levará aos fatos verdadeiros dessa tragédia. &lt;div&gt;Roberta&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/843673650790469578-4067527532763365466?l=robertapalermo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/4067527532763365466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/843673650790469578/posts/default/4067527532763365466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://robertapalermo.blogspot.com/2008/03/jogaram-menina-pela-janela.html' title='&quot;Jogaram&quot; a menina pela janela'/><author><name>Roberta Palermo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04269021590452118333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_1jrXNZLoma4/SXoV0RB3eWI/AAAAAAAAAAM/Sod634cFcZ4/S220/eu2.jpg'/></author></entry></feed>
